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Mai

Entre a voz e o sujeito: Por uma IA que fale em nosso nome

Ao “colonizarem” afetos, tempo e atenção, as IAs corporativas não apenas exploram a subjetividade, como também recriam suas fronteiras psíquicas sob a lógica da vigilância e da produtividade

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Mai

A IA é suficientemente boa?

pode ser animadora a possibilidade de, pela primeira vez, encontrar “alguém” dedicado a ouvir e responder – mesmo sendo esse interlocutor um robô bastante limitado

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Mai

O desencaixe da IA: Repetição e abertura

A aproximação entre psicanálise e inteligência artificial permite ir além de respostas reativas ou exclusivamente regulatórias, desafiando leituras consagradas que interpretam a tecnologia como fator exógeno a ser domesticado

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Mai

O mal-estar na digitalização: Da ferida narcísica imposta pelas IAs ao risco de aniquilação

Considerando que IAs têm autonomia de aprendizagem, e seu impacto em uma nova gramática da guerra, o descentramento do eu jamais esteve tão alinhado a seu risco iminente de aniquilação desde o desenvolvimento científico da bomba atômica

04

Mai

Grandes sertões – dois pontos! – travessias

O alemão Berthold Zilly e a australiana Alison Entrekin estão a poucos passos de concluir longas travessias: serão publicadas, enfim, suas versões de um dos nossos romances mais inventivos e consagrados: “Grande sertão: veredas”, de João Guimarães Rosa

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Abr

Caminhos do sertão no mundo árabe

Said Benabdelouahed, tradutor de “Grande sertão: veredas” para o árabe (publicado em 2024), fala sobre seu processo de trabalho, as complexidades e a importância do romance de Rosa

30

Abr

Árduo trabalho de investigação

A Cult conversa com Leonencio Nossa sobre o recém-lançado “João Guimarães Rosa: Biografia”

30

Abr

Novo e fulminante

Com absoluto domínio da economia da escrita, Maria Fernanda Maglio constrói no romance “Lá é o tempo” uma narrativa galopante e magnética

30

Abr

A era fascista

Ao articular análise social, economia libidinal e forma ensaística, Vladimir Safatle produz não apenas uma interpretação do presente, mas uma reflexão sobre os próprios limites da crítica contemporânea

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Abr

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Lago Urmia, Irã 2026

Uma notícia fortuita que parece ter lido meu pensamento: Em vinte e cinco anos – o melhor do homem – desapareceu o lago e Teerã recebeu ano passado um mililitro de lágrimas só   E eu que reformei um apartamento de três vezes o tempo daquele sumiço, disse que precisava de duas salas de banho … Continue lendo “Lago Urmia, Irã 2026”

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