Expressão e posição Danilo Santos de Miranda

Após décadas marcadas por lentos avanços no campo cultural conquistados à custa de embates cotidianos, vivemos um impasse eloquente

O golpe da barbárie perpetuada Rafael R. Ioris

Somos uma sociedade fraturada, clivada entre os que fazem parte e os que só existem para permitir que os ‘aceitos’ no jogo possam jogá-lo

De onde vem o ódio a Neymar Marcos Fonseca

Invejavelmente bem-sucedido, Neymar é um dos poucos jogadores a entender que o futebol, além de competição, é espetáculo

Nossas elites e a preocupação simbólica com sua imagem Rafael R. Ioris

Como a construção da elite brasileira, que se deu em moldes europeus e norte-americanos, reflete no atual contexto político

Por que estamos parados? Gabriel Zacarias

Em meio à atual situação de instabilidade, convém uma reflexão sobre o imobilismo da esquerda perante a ameaça crescente de uma intervenção militar

A crítica radical de Maio de 1968 Gabriel Zacarias

Ambiguamente, podemos perceber o quanto permanecemos próximos e distantes do movimento de revolta de cinquenta anos atrás

O filósofo e o detetive

Wittgenstein procurou criar uma linguagem científica perfeita, mas sua investigação obsessiva de um filosofia transparente, que eliminasse qualquer tipo de paradoxo, assumiu ironicamente as cores dos enredos policiais, como nos romances de  Philip Kerr e Jerome Charyn ou no ensaio do filósofo João da Penha que publicamos em seguida  João da Penha  Falemos apenas disto, … Continue lendo “O filósofo e o detetive”

O mediador e a solidão

O filósofo Franklin Leopoldo e Silva mostra o significado que a Encarnação e o “escândalo” do Deus crucificado assumem na antropologia e na teologia do pensador francês Blaise Pascal Franklin Leopoldo e Silva Não há maior abandono do que estar exilado de sua própria essência. Que seja por um momento, viver esta situação é passar … Continue lendo “O mediador e a solidão”

As distopias de George Orwell Roberto de Sousa Causo

A obra do escritor inglês se insere na tradição da ficção científica distópica, representada por H.G. Wells, Ievguêni Zamiátin e Aldous Huxley, e dos “contos cautelares” que alertam para tendências políticas e sociais que podem se tornar catastróficas no futuro

Crítica da razão ortodoxa Ricardo Bonalume Neto

‘1984’ continua válido para um mundo em que fanáticos religiosos, militantes políticos ou correntes acadêmicas manipulam o pensamento segundo a cartilha da ‘novilíngua’ imaginada por Orwell

Dezembro

TV Cult