As faces espelhadas de Eros Eliane Robert Moraes

O desejo de se arriscar em projetos textuais ainda mais ousados norteou a fase final da escrita da escritora e poeta jauense Hilda Hilst

Sob o signo da imaginação cênica Welington Andrade

Composto de oito peças escritas entre 1967 e 1969, teatro de Hilda Hilst revela força, beleza e lirismo incomuns em nossos palcos

Uma prosa do tempo Bruno Zeni

As perguntas recorrentes da obra de Hilda Hilst são as fundamentais: a vida, a solidão, o envelhecimento, o corpo, o desejo

Hilda Hilst, umasómúltiplamatéria Leusa Araujo

O erotismo, a escatologia, o grotesco e o humor desconcertante e cruel sempre estiveram presentes na ficção, no teatro e nas crônicas da autora

José Luis Mora Fuentes, o jardineiro da casa Leandro Carlos Esteves

Passada a paixão inicial, a relação entre Hilda Hilst e Mora Fuentes transcendeu o corpo e fecundou a literatura de ambos

Hilda Hilst: a gestão de um legado Daniel Fuentes

A ampliação do público leitor e a manutenção da Casa do Sol são os dois grandes desafios para a preservação da memória da escritora

A política é a polícia Carla Rodrigues e Vinicius Santiago

O enfraquecimento cotidiano dos instrumentos democráticos em prol das diversas formas de violência institucional

Subjetivação da violência Edson Teles

Se, no Brasil, a normalidade é a violência, como os indivíduos em situação precária podem experimentar uma autodefinição de suas existências?

Violência como regra Gabriel Rocha Gaspar, Maria Fernanda Novo e Vanessa Oliveira

Num Estado colonial oligárquico como o nosso, seria uma aberração histórica se tivéssemos uma polícia liberal, no sentido iluminista clássico da palavra

De dia cria a doença para, à noite, vender a cura Thainã de Medeiros

Thainã de Medeiros, membro-fundador do Coletivo Papo Reto, escreve sobre a guerra de facções que serve à manutenção do poder do Estado

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