“Se eu não aprender algo todo dia, é como se estivesse passando fome” Ubiratan Brasil
Autor de biografias e de livros-reportagens de sucesso sobre o “saudoso” século 20, o jornalista Ruy Castro fala de seu método de trabalho, lembrando que, por mais odiável que seja um personagem, o biógrafo também precisa encontrar as suas qualidades
Sair do isolamento da ilha de Lesbos e contar-se na pólis Joana Manassés Penteado e Travessias Lésbicas
O corpo lésbico além das críticas ao par homem-mulher em sua cisgeneridade como base da organização social
A tia lésbica da história da psicanálise Érica Espírito Santo, Flávia Ripoli Martins, Laura Marosin de Oliveira e Sarah Rocha dos Santos
A presença silenciada da lesbianidade revela um sintoma estrutural do corpo teórico psicanalítico: sua coerência se sustenta sobre exclusões fundadoras
Do rebuceteio ao divã: Notas sobre a escutabilidade em psicanálise Anna Cecília Oliveira Fernandes, Fernanda Renaux e Lohana Morelli Tanure
Modos dissidentes de laço que escapam à lógica heteropatriarcal da substituição e do apagamento
O convite do sexo lésbico: Uma travessia entre fronteiras Bárbara Cristina Souza Barbosa, Luísa Bergara de Souza e Oli Brun
O silenciamento não incomum de lésbicas sobre suas modalidades sexuais no divã analítico
A carta e piano: O amor lésbico e a transmissão em psicanálise Jéssica Dias e Joana Manassés Penteado
Um dizer que suporta o vazio e, ao mesmo tempo, sustenta a escrita de uma escuta
O coração selvagem de Marilene Felinto Luiz Rebinski
O retorno ao romance da escritora pernambucana cuja obra “endureceu, sem perder a ternura”
Memória, radiação luminosa Gustavo Silveira Ribeiro
Em “De-estar, entrestrelas”, a dimensão fundamental da lírica de Age de Carvalho é abranger, estabelecer ligações
Notícias do reino dos bichos e dos animais e mais resenhas Carolina Azevedo e Victor Kutz
Resenhas de “Só um pouco aqui”, de María Ospina Pizano; “Despaixão”, de Paula Lopes Ferreira; “Contos dos sábios crioulos”, de Patrick Chamoiseau; “O caldeirão da Velha Chica”, de Alexandre Staut; “As filhas de Safo”, de Selby Wynn Schwartz; e “Manhã e noite”, de Jon Fosse
Arte da linguagem capaz de entreter Felipe Franco Munhoz
“Djinn” é um gênio: são entidades sobrenaturais, da politeísta Arábia pré-islâmica e do folclore islâmico – mencionados, inclusive, no Alcorão. Entidades com habilidades mágicas, geralmente invisíveis; objetos de eventual medo e veneração.





