Para viver no fim do mundo Carla Rodrigues

2020 é ao mesmo tempo um ano para ser esquecido e um ano para não esquecer, contradição que desafia nossa compreensão de memória, de luto e de esquecimento

Cem anos depois, um novo fascismo Acácio Augusto

O campo da segurança se tornou terreno fértil para a ampliação de políticas e condutas de extrema-direita no século 21

Quando vidas são descartáveis, nenhuma vida é um valor em si Camila Jourdan

Levantes antirracistas romperam a lógica da necropolítica, amplificada por um vírus potencialmente letal

Fúria nas ruas Flavia Rios

Há razões para acreditar que a morte de George Floyd produziu impacto global e influiu nas eleições presidenciais dos EUA

A pandemia e o governo dos corpos Edson Teles

A covid-19 serviu para pôr em prática políticas de controle legal, institucional e biológico

Matar e deixar morrer: o Brasil das prisões Fernanda Martins

O vírus surgiu como uma bomba pronta para explodir no interior das penitenciárias, e a programação do poder punitivo se tornou ainda mais evidente

Vírus, vermes e a estranha sintomatologia dos dias atuais Suely Aires

Mais do que nunca se faz necessário um trabalho de luto como elaboração e nomeação de perdas, ao mesmo tempo singular e coletivo

Quando se diz não Juliana de Moraes Monteiro

A derrubada de monumentos provoca um choque entre a homenagem aos vencedores e as ações revolucionárias dos vencidos

Sonhos para digerir emoções Natália Mota

No Brasil e no mundo, durante a pandemia, vivenciamos uma mudança na percepção da experiência onírica

Direito ao aborto Sonia Corrêa

Caso da menina grávida de 10 anos gerou reações contra medidas restritivas ensaiadas pelo governo

Setembro

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