Dossiê | O que pode a clínica junguiana? Amnéris Maroni e Maurício Santos

A potência da clínica junguiana – complexa, contemporânea, aberta na sua potência de encontros e mutações – nos dias de hoje

A experiência da individuação no campo junguiano Amnéris Maroni e Maurício Santos

Jung nos convoca a pensar o processo clínico como parte de um dinamismo permanente e a energia psíquica como um feixe de energias polarizadas

O futuro da análise junguiana Andrew Samuels

Método do mundo empresarial permite avaliar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças no legado do pensador

Diga-me do que sofres e te direi quem és Luciana Ximenez e Marcus Quintaes

É nos sintomas que se esconde a verdade do inconsciente de cada um, pois as normas, calcadas num padrão de ideal, são sempre tirânicas

Complexos culturais Carmen Livia Parise e Rubens Bragarnich

A clínica necessita ir ao encontro dos muitos lugares e das vozes que nos constituem e nos visitam

A obra de Jung e seus desdobramentos, em oito livros Redação

Obras analisam o pensamento junguiano, refletem sobre mudanças teóricas e abordam as relações entre o psiquismo e acontecimentos importantes da civilização

Um ponto de inflexão na poética do ensaio Ismail Xavier

Nos anos 1960, em ‘Duas ou três coisas que eu sei dela’, o jovem Godard começa a adensar a  reflexão ensaística em sua obra

Godard 90 anos Dalila Camargo Martins

Especialistas analisam as conexões de Godard com a literatura, a pintura, o ensaio e a indústria cultural às vésperas dos 90 anos do cineasta francês

A política pictórica de Godard Dalila Camargo Martins

A relação do cineasta com a pintura passa da citação, nos anos 1960, a efeito do próprio filme, duas décadas depois

1968, o ano erótico Wagner Morales

Godard rompe com a tradição da esquerda revolucionária e introduz desejo, pornografia, corpo e escatologia em seu cinema político

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