12

Mai

Evandro Affonso Ferreira: Salto triplo sem rede

Ao longo dos últimos anos, o premiado escritor Evandro Affonso Ferreira vem se dedicando a autopublicar obras de tiragens mínimas: são publicações impressas em diferentes formatos, como plaquetes, lâminas em envelopes e livretos reunidos em caixas

11

Mai

Maria Fernanda Maglio: “A escrita literária sempre contém algum impulso de morte”

Recém-lançado pela Todavia, “Lá é o tempo” é o segundo romance da Maria Fernanda Maglio. A Cult conversou com a autora sobre o livro, resenhado por Carla Bessa na edição impressa de maio.

09

Mai

O triste afeto da conciliação

O fascismo no Brasil do século 21 não é mais do que uma fina camada de fuligem tóxica se precipitando sobre o topo da montanha-entulho formada pelas violências do racismo e do escravismo

08

Mai

O caso Cazarré, o desalento do povo brasileiro e a nostalgia masculina

Qualquer uma que tenha assistido ao filme “Boi Neon”, dirigido por Gabriel Mascaro, testemunhou, com um aperto no peito, as últimas notícias sobre o curso idealizado por Juliano Cazarré, “O Farol e a Forja”

08

Mai

Laura Ortiz Gómez: “Quis pensar um mundo no qual a ideia de propriedade não atravessasse toda a nossa subjetividade”

Em “Indócil”, recém publicado pela Arquipélago, uma antiga casa senhorial ganha vida própria e se impõe como personagem central – observando e reagindo às relações de poder que atravessam seus cômodos

07

Mai

Margaret Atwood: questão incendiária do ódio às mulheres e LGBTQs

“Flores em vida” é o nome desta coluna que se inaugura hoje com este texto e que, doravante, ocupará a Cult digital

06

Mai

A vertigem do vertical: Microdramas e a colonização do instante

Como a fragmentação do audiovisual redesenha a experiência e dissolve a narrativa na cultura digital contemporânea

05

Mai

André Viana: “A capacidade de sonhar continua sendo nossa”

Mais de dez anos após sua estreia com “O doente” (Cosac Naify, 2014), André Viana acaba de lançar seu segundo romance: “Apesar dos meus ossos roídos”, publicado pela Todavia

04

Mai

O ato analítico como resistência à algoritmização dos afetos pela IA

Se a inteligência artificial se tornou a terapeuta contemporânea, é porque vivemos numa época que prefere a adaptação ao sintoma à sua ruptura

04

Mai

O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico

Ao adentrar o território da psicoterapia, a inteligência artificial não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?

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