Seydou Keïta, o fotógrafo que registrou a modernidade nascente no oeste da África Amanda Massuela

Artista malinês produziu milhares de retratos entre 1948 e 1962; mais de 136 fotos ficam expostas no IMS, em SP, até 29 de julho

‘Intervenção traz risco altíssimo à democracia’, diz historiadora Dulce Pandolfi Luís Costa

À CULT, Pandolfi afirma que a fragilidade da memória da ditadura e a falta de justiça na redemocratização criaram um desprezo pelos direitos humanos no país

A antipoesia de Nicanor Parra João Gabriel Mostazo Lopes

Nos últimos 70 anos, a obra de Nicanor Parra foi da poesia ecológica ao chiste, da pregação religiosa à profecia do fim do mundo, sempre na procura de uma poesia próxima da vida real

O extraordinário narrador de narrações Sérgio Rizzo

Como o cineasta Eduardo Coutinho faz dos relatos anônimos o substrato para sua arte: “O que me interessa é o que não sou eu, ou o que não sei”

Nome próprio Fernanda Paola

A trajetória de João Miguel, um dos mais requisitados atores do cinema nacional

Raduan Nassar: O Brasil não escapa da convulsão social Manuel da Costa Pinto

O escritor recebeu a equipe da CULT em sua casa com exclusividade para uma conversa sobre política, cultura e literatura

Beatriz Sarlo: Por trás das máscaras da modernidade  Carlos Costa 

Professora de literatura argentina na Universidade de Buenos Aires até 2003, a escritora faz parte do time dos grandes nomes dos estudos culturais no mundo

Quem foi Maria Lacerda de Moura, pioneira anarcofeminista Helô D'Angelo

Lacerda escreveu sobre direitos femininos, maternidade compulsória, antifascismo, amor livre e antimilitarismo

Homenageada em exposição, Conceição Evaristo encara a escrita como ato político Amanda Massuela

Escritora mineira quer chamar atenção para a produção de mulheres negras e romper com o imaginário de que os lugares reservados a elas são sempre de ‘subalternidade’

‘Sempre soube que o ofício literário exigia nervos de aço para criar e para sobreviver’ Ana Maria Leopoldo e Silva

Feminista histórica e primeira mulher presidente da ABL, Nélida Piñon diz que se sentiu discriminada desde o início da carreira na literatura, em 1961

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