165 anos de Lou Andreas-Salomé Isadora Petry
Desbravar na mata selvagem: A obra da pensadora que articulou filosofia e psicanálise em uma clínica da transformação
O valor da vida Isadora Petry
Lou Andreas-Salomé foi uma pensadora que ocupou posição singular na passagem entre filosofia e psicanálise, ao elaborar uma reflexão original sobre subjetividade, criação, desejo e sofrimento
Lou Andreas-Salomé, uma mulher Scarlett Marton
A “jovem russa” elabora um pensamento que procura encontrar uma terceira via entre o patriarcado tradicionalista e o feminismo igualitarista; é nesse contexto que ela desenvolve uma filosofia do feminino
A invenção do feminino em Lou Andreas-Salomé Marina Bialer
A presença do feminino se revela não apenas na tessitura de sua escrita, mas também como um dos temas de suas principais contribuições ao campo psicanalítico
Escrever e existir: Autoria, poesia e modernidade Ana Laura Prates
A sutileza de sua escrita reside antes em revelar, de modo surpreendente para a época, como o amor, o cuidado e a educação podem funcionar como formas refinadas de colonização subjetiva
Os fios e a trama: A clínica de Lou Andreas-Salomé Lureen Asei
Aos 50 anos, lou se encontrou com a psicanálise, e sua relação com a linguagem se transpôs para a teoria e a clínica psicanalíticas. Foi quando ela entendeu que é impossível rastrear pelo seu avesso os fios coloridos que teceram a tapeçaria
Um caminho por Salomé, um caminho até Salomé Isabela Sancho
Uma jornada literária por oito obras da (e sobre a) filósofa, escritora e psicanalista russa que deu voz própria – e feminina – à psicanálise
O artista, a música e o fogo Bruno Gambarotto
Nos dez anos da morte de Leonard Cohen, este especial mergulha na força poética que perpassa a obra do cantor, compositor e escritor canadense, e que determina seu caráter enigmático
Estado de graça: Os versos de Leonard Cohen Leonardo Gandolfi
Ao fazer vibrar as palavras de forma única, o poeta e cantor canadense encara o abismo e suporta ser encarado pelo abismo de volta. É nesse instante de alta voltagem que poeta e poesia, cantor e canção se fundem
O mundo não é místico nem bom – ou A ansiedade da mediação nos romances de Leonard Cohen Ligia Gonçalves Diniz
A brincadeira favorita e Belos fracassados são as duas obras de prosa longa do canadense: a primeira, um romance de formação; a segunda, uma trama que acaba por abolir todo realismo para se tornar pura explosão da linguagem




