“Onde estão os nossos desaparecidos?” Victor Kutz
Exposição visa dar materialidade à memória através de práticas forenses
“Só é possível ser verdadeiramente revolucionário em pouquíssimos momentos da vida” Felipe Franco Munhoz fotos de Francisco proner
O cantor e compositor Silvio Rodríguez, ícone da música de Cuba, conversou com a Cult sobre seu trabalho artístico e o atual momento de seu país e do mundo
Formas mais justas, sustentáveis e compartilhadas de existência Guilherme Wisnik
A pergunta que orienta este dossiê se impõe com urgência: como pensar e construir cidades em um território ao mesmo tempo abundante em recursos naturais e profundamente marcado por desigualdades históricas?
Balneário Camboriú: “O Brasil que deu certo” Camila Alba
Balneário Camboriú é um produto nacional: onde a utopia da direita brasileira teria encontrado lugar para prosperar – é a “mini-Copacabana”, como foi conhecida, que se assemelha à praia carioca no que condiz a dimensão e perfil político
O parque Realengo como equipamento de transformação periférica Larissa Monteiro
Com as torres, embora controversas, Realengo deixou – de fato – de ser o bairro do massacre da Escola Tasso da Silveira. Hoje é o bairro do parque. É o bairro das torres
Canteiro vivo: A arquitetura participativa como trincheira e permanência na Amazônia Marcelo Rosenbaum
A verdadeira e definitiva transformação do território amazônico jamais brotará de grandes intervenções ou de projetos estéreis encomendados por escritórios alheios à pulsão da selva
A borda-d’água em Paraty – e a Flip como um caso de transformação urbana por meio da cultura e da literatura Mauro Munhoz
A borda-d’água de Paraty não é apenas um problema a ser resolvido, mas uma chave para compreender a própria ideia de cidade: um espaço onde natureza, história e vida coletiva se conectam de maneira singular
Relegere, outridade e cuidado de si: A consideração da religiosidade como uma política dos afetos Gustavo Pessoa
Ao insistir na articulação entre o inconsciente e fenômenos coletivos de alta carga afetiva, Jung não se furtou a investigar alguns daqueles mais mobilizadores: a religiosidade e a experiência mística
O paradigma junguiano e a abordagem simbólico- -arquetípica: Uma ciência para além da razão moderna Eloísa Penna
A ciência moderna subsidiou um desenvolvimento tecnológico nunca observado, mas deixou de lado um amplo espectro de qualidades relevantes da vida humana concernentes à espiritualidade e à psique em geral
Sobre os chamados fenômenos ocultos Victor Palomo
Afetos, sentimentos, ideias, imagens e sensações se apresentam à consciência sob a forma de personificações, “pequenas personalidades” independentes, análogas a “entidades sobrenaturais”





