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Mai

André Viana: “A capacidade de sonhar continua sendo nossa”

Mais de dez anos após sua estreia com “O doente” (Cosac Naify, 2014), André Viana acaba de lançar seu segundo romance: “Apesar dos meus ossos roídos”, publicado pela Todavia

04

Mai

O ato analítico como resistência à algoritmização dos afetos pela IA

Se a inteligência artificial se tornou a terapeuta contemporânea, é porque vivemos numa época que prefere a adaptação ao sintoma à sua ruptura

04

Mai

O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico

Ao adentrar o território da psicoterapia, a inteligência artificial não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?

04

Mai

Entre a voz e o sujeito: Por uma IA que fale em nosso nome

Ao “colonizarem” afetos, tempo e atenção, as IAs corporativas não apenas exploram a subjetividade, como também recriam suas fronteiras psíquicas sob a lógica da vigilância e da produtividade

04

Mai

A IA é suficientemente boa?

pode ser animadora a possibilidade de, pela primeira vez, encontrar “alguém” dedicado a ouvir e responder – mesmo sendo esse interlocutor um robô bastante limitado

04

Mai

O desencaixe da IA: Repetição e abertura

A aproximação entre psicanálise e inteligência artificial permite ir além de respostas reativas ou exclusivamente regulatórias, desafiando leituras consagradas que interpretam a tecnologia como fator exógeno a ser domesticado

04

Mai

O mal-estar na digitalização: Da ferida narcísica imposta pelas IAs ao risco de aniquilação

Considerando que IAs têm autonomia de aprendizagem, e seu impacto em uma nova gramática da guerra, o descentramento do eu jamais esteve tão alinhado a seu risco iminente de aniquilação desde o desenvolvimento científico da bomba atômica

04

Mai

Grandes sertões – dois pontos! – travessias

O alemão Berthold Zilly e a australiana Alison Entrekin estão a poucos passos de concluir longas travessias: serão publicadas, enfim, suas versões de um dos nossos romances mais inventivos e consagrados: “Grande sertão: veredas”, de João Guimarães Rosa

30

Abr

Caminhos do sertão no mundo árabe

Said Benabdelouahed, tradutor de “Grande sertão: veredas” para o árabe (publicado em 2024), fala sobre seu processo de trabalho, as complexidades e a importância do romance de Rosa

30

Abr

Árduo trabalho de investigação

A Cult conversa com Leonencio Nossa sobre o recém-lançado “João Guimarães Rosa: Biografia”

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