28

Mai

Dois poemas por Mailson Furtado

“Mutilação” e “Sombra”

28

Mai

Os “identitários” aprovaram o fim da 6×1

Recuperar o sentido radical de política de identidade é fundamental para entendermos de uma vez por todas que a classe trabalhadora é internamente diversa

28

Mai

As mães almodo-ovarianas também trocam de pele

Ao trazer ao centro da narrativa uma publicitária que perde a mãe durante o feriado de Natal, o diretor retoma uma de suas obsessões mais persistentes.

27

Mai

O banheiro dos “Homens” – quando o nojo encanta o tesão

O banheiro cis-masculino é o confessionário fétido de uma masculinidade que só consegue desejar sob a proteção da degradação

25

Mai

A quaestificação do debate público

O maior problema, do qual a “quaestificação” é o capítulo mais recente, é a deterioração do debate sobre os destinos do país no momento que deveria ser o mais propício a essa conversa coletiva: a antessala da eleição presidencial

25

Mai

“Valores-jangada” e a Constituição

Não é incorreto dizer que uma constituição é palco onde são travadas guerras de palavras desencadeadas justamente pelas diversas interpretações que serão sequentes à sua existência

25

Mai

Cannes 2026, dia 10: “Coward”, “Histoires de la Nuit” e “Histoires de la Nuit”

Com “Coward”, o belga Lukas Dhont retorna ao tema da iniciação sexual, mas em outro período histórico – a Primeira Guerra Mundial – e com foco em jovens já adultos, mas sem experiência no campo sexo-afetivo.

21

Mai

Cannes 2026, dia 9: “The man I love”, “La bola negra” e “Notre salut”

O estadunidense Ira Sachs resolveu enfrentar o tema da epidemia de Aids na década de 1980, em “The man I love”, sobre um ator que contrai HIV e doenças oportunistas, não tendo muito tempo de vida pela frente

21

Mai

Cannes 2026, dia 8: “Minotaur” e “Les Roches Rouges”

A direção de Zvyagintsev é metódica e precisa, e a tensão cumulativa das cenas fortalece o poder de envolvimento deste grande filme, já um dos favoritos à Palma de Ouro

19

Mai

Cannes 2026, dia 7: “Natal amargo”, “L’inconnue” e “Fjord”

Em seu conto “Amarga navidad”, que serviu de base para o filme “Natal amargo”, Pedro Almodóvar, a certa altura, escreve: “O pânico e a enxaqueca não são cinematográficos porque não têm nenhuma ação que os acompanhe”

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