02

Mar

327

O gênero do mal: A violência como assinatura identitária

Quando se fala em discurso de ódio, muitos esquecem que o primeiro discurso de ódio, historicamente arraigado e cuja origem se perdeu, foi a misoginia

02

Mar

327

Disfarce

a PEEEERNA CABELUDA, lenda urbana das boas, de carne e osso, saída da boca de tubarão, sobrevivente das ressacas, lembradora de História.

02

Mar

Quando a beleza é a morte da beleza

Quando a beleza se converte em obsessão de controle, ela deixa de ser beleza. E é então que morre

27

Fev

Por muito que se disser, o fado é canção bairrista

Lisboa continua cantando. Nem sempre nos palcos, nem sempre nas casas de fado. Às vezes canta baixo, quase em segredo. Cabe a nós decidir se queremos apenas ouvir, ou se ainda somos capazes de escutar

27

Fev

Alberto Martins: “A invenção nunca é pura”

O livro de poemas “Boris e Marina”, de Alberto Martins, publicado pela editora Companhia das Letras, foi um dos livros resenhados na Cult de fevereiro. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro

24

Fev

Julia Barandier: “O que eu queria era o jogo de borrar as linhas entre ficção e realidade”

O romance “Consigo inventar tudo”, segundo livro de Julia Barandier, publicado pela editora Diadorim – foi um dos livros resenhados na Cult de fevereiro. A equipe da Cult conversou com a autora sobre o livro

24

Fev

O retorno estratégico do essencialismo biológico

Essa estratégia discursiva (“nós, mulheres”) tem sido acionada secularmente por mulheres que berram aos ventos em defesa da estabilidade da identidade feminina, calcada em estruturas hormonais, cromossômicas e na potência reprodutiva dos corpos femininos. Tremem, no entanto, de pavor diante da possibilidade de terem qualquer identificação com as mulheres negras e, mais recentemente, as mulheres trans.

23

Fev

Para que, afinal, serve o shrink?

Celebridades e escritores já assinaram o “Manifesto pelo livro sem plástico”. Mas o que pensam os editores?

20

Fev

Karim Aïnouz: “O lugar do feminino, em meu novo filme, é o lugar da ruptura e da esperança”

Novo longa-metragem de Karim Aïnouz na competição oficial do Festival de Berlim

19

Fev

Epstein e o “espelho de Jessé”

Jessé Souza escolheu colocar-se face a um espelho virtuoso, que o desgenerificou, absolvendo-o de todo e qualquer machismo, projetando no judeu demonizado o horror que se experimenta ao se defrontar com a perversidade masculina exposta a céu aberto pelo “espelho de Epstein”.

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