Welington Andrade

CENA CONTEMPORÂNEA

É bacharel em Artes Cênicas pela Uni-Rio e em Letras pela Universidade de São Paulo, onde também desenvolveu suas pesquisas de mestrado (O livro de Jó, de Luís Alberto de Abreu: mito e invenção dramática) e de doutorado (Contestação e desvario: tentativas de experimentação do drama brasileiro... Saiba mais »

Hamlet, sem aura e sem coroa Welington Andrade

Em ‘Hamlet: processo de revelação’, um ator, sozinho em cena, procura reconstruir a narrativa do príncipe da Dinamarca dirigindo-se diretamente ao público

O teatro, um documento do real; o Estado de direito, uma ficção Welington Andrade

O diretor chileno Guillermo Calderón e os seis intérpretes de ‘Mateluna’ corporificam o objetivo mais verdadeiro do teatro político






“Não estar também é uma forma de presença” Welington Andrade

“Branco: o cheiro do lírio e do formol” é uma experiência que converte fantasia em fantasmagoria. Que terrifica o excesso de diz-que-diz das prosas que, cotidianamente, nos são vendidas como verdades






Querido filho pranteado da fortuna e do acaso Welington Andrade

Entre a banalidade do real e a punção do que é vivo, o diretor libanês Rabih Mroué conta a história do protagonista de ‘Tão pouco tempo’, em cartaz na MITsp






Negra melodia Welington Andrade

Biografia de Clementina de Jesus prova que há bons jornalistas no país dispostos a não se conformar com o determinismo sombrio que paira sobre a cultura brasileira






Gesta de um valente Welington Andrade

‘O açougueiro’, de Samuel Santos, constitui uma espécie de espetáculo-aboio-solo, entoado para orientar o espectador em relação aos sentidos não-verbais, tangidos pela subjetividade, que este e o atuador, juntos, procuram






Na captura de uma fantasia Welington Andrade

Espetáculo com Nathalia Timberg investe em jogo de recorrências entre a peça de teatro e o recital de música






Entrelaçados Welington Andrade

Sobre o espetáculo “Nós”, do grupo Galpão






O subsolo – textos de Welington Andrade e Flávio Ricardo Vassoler Welington Andrade

Com as apresentações de O subsolo, o ator Celso Frateschi encerra “a trilogia do subterrâneo”






“Abnegação 3: restos” – o teatro como espaço comum às grandezas negativas Welington Andrade

Welington Andrade e Alexandre Dal Farra analisam a mais recente criação do grupo Tablado de Arruar






Teatro falado Welington Andrade

“Encontro com o Espectador” convida mensalmente atores e diretores a conversarem com o público sobre seus trabalhos






Pequena “suíte” para vozes e silêncio Welington Andrade

Dirigido por Eric Lenate, o espetáculo permite que o texto de Samuel Beckett chegue ao público com a mesma inteireza de suas apresentações da década de 1950






O grande inquisidor Welington Andrade

“O grande inquisidor” – segundo espetáculo da “trilogia do subterrâneo”, que reúne 3 monólogos baseados em obras de Dostoiévski – evidencia a propensão dramatúrgica do romancista russo






Entre a Cila do sublime e a Caríbdis do ridículo Welington Andrade

Em “Sala dos professores”, novo espetáculo da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, três camadas de significação parecem se entrelaçar






Teatro em foco Welington Andrade

Críticos discutem a dramaturgia contemporânea e sua relação com o teatro de grupo






Na escureza da floresta Welington Andrade

“Dezuó, breviário das águas”, do Núcleo Macabéa, narra a trajetória de menino que, expulso de sua vila pela construção da usina de Tapajós, cresce e se transforma em andarilho






Mover-se sob o risco de Welington Andrade

Fusão de dois contos de Caio Fernando Abreu, “Amarelo distante”, de Kiko Rieser, enfia palavras que avançam às cegas goela abaixo do espectador






Blanche DuBois e os devaneios da intimidade Welington Andrade

A encenação de “Um bonde chamado Desejo” por Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça no papel da protagonista, é daqueles espetáculos que não se furtam ao enfrentamento sincrônico de um clássico.






Como se não tivesse havido linguagem Welington Andrade

A dramaturgia de Tchekhov, Beckett e Albee são portos de passagem para “Os realistas”, de Will Eno; leia crítica do espetáculo em cartaz em São Paulo






A coroa de um rei é um halo vazio Welington Andrade

O recente episódio envolvendo o ator Claudio Botelho merece ser comentado, debatido e analisado






Dostoiévski entre o teatro e a literatura Welington Andrade

Leia textos de Flávio Ricardo Vassoler e Welington Andrade sobre o conto “O sonho de um homem ridículo” e sua adaptação teatral






Em busca de um teatro degenerado Welington Andrade

Ou glosa erótica disposta a roçar a língua de uma cena impudica






O epitáfio de um mundo desaparecido Welington Andrade

“Memórias de Adriano” empreende o belo esforço de sonhar um sonho impossível com os olhos abertos






A persistência do teatro narrativo Welington Andrade

A encenação de “Dadesordemquenãoandasó”, de Davey Anderson, comprova que o velho teatro narrativo ainda pode exercer um bom poder de atração sobre os espectadores.






A raposa e as máscaras Welington Andrade

“Volpone”, espetáculo em cartaz no MuBE, constitui rara oportunidade para a fruição da comicidade prosaica de Ben Jonson






Dionisíaca Paulistana Welington Andrade

De 4 a 13 de março próximo, a cidade de São Paulo recebe os dez espetáculos da terceira edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo






As Benevolentes: da literatura ao teatro Welington Andrade

Leia os textos de Flávio Ricardo Vassoler, sobre o romance de Jonathan Littell, e de Welington Andrade, sobre a adaptação da obra para o teatro.






Lâmina que ainda reluz Welington Andrade

Famoso trio de párias da dramaturgia brasileira volta aos palcos paulistanos em montagem do Oficina






O mistério teatral da feminidade Welington Andrade

Ron Daniels dirige Denise Weinberg em espetáculo que trata da transfiguração de uma Deusa-Mãe






Um canto maior que todo o medo Welington Andrade

Espetáculo intimista do Núcleo Toada propõe-se a retratar o tipo de mentalidade que aceita submeter-se à opressão






O rosário da crítica para a meditação dos mistérios Welington Andrade

Na adaptação de “O santeiro do Mangue”, de Oswald de Andrade, Zé Celso e os argonautas do Oficina navegam da lama ao cosmo






Denise Stoklos entre a adaga e a flor-de-lis Welington Andrade

A criadora do teatro essencial se encontra com a prosa de Julio Cortázar em um recital no qual se friccionam palavras e silêncios






A quintessência de Ibsen aqui e agora Welington Andrade

Dirigido por Roberto Alvim, “Fantasmas” ainda transgride pelo ataque às convenções mortas






Da matéria dos sonhos Welington Andrade

Montagem de “A tempestade”, de Shakespeare, por Gabriel Villela, deixa para trás a costa inglesa a fim de vir bordejar a utopia de um romance pastoril brasileiro






Filoctetes em tempos de Odisseu Welington Andrade

A mais recente encenação da Companhia Razões Inversas constitui uma potente forma teatral em que se cruzam narratividade, discurso e política






Personagens fantasmáticas, pessoas fictícias Welington Andrade

Adaptação de “O balcão”, de Jean Genet, por Roberto Alvim, dialoga ativamente com os tempos de hoje, que assistem, entre frígidos e indiferentes, ao fim do indivíduo






O tempo que brinca e ri Welington Andrade

Aos dezessete anos de existência, o grupo Barracão Teatro, de Campinas, apresenta em São Paulo um exercício de puro divertimento






Muito além de uma vida severina Welington Andrade

Experiência cênica no formato de audiopeça convida à escuta do Outro, essencial em tempos de ouvidos moucos






Interlocução entre a cena e a crítica Welington Andrade

O crítico Welington Andrade dialoga com o dramaturgo Alexandre Dal Farra sobre sua peça, “Abnegação 2″, em cartaz na cidade de São Paulo






Nutrição estética e política Welington Andrade

Teatro Oficina comemora 54 anos, no fim de semana, com banquete antropofágico “para despachar as pestes fascistas do dia da marcha verde-amarela”






Desfamiliarização e política Welington Andrade

“O filho”, do Teatro da Vertigem, trata da decomposição de uma instituição no limite do inumano: a família






A memória que brilha por reflexo Welington Andrade

Ou “O que certo teatro musical feito no Brasil atualmente poderia aprender com uma cantoria como essa”






“Alguma coisa segue seu curso” Welington Andrade

Experiência cênica baseada em Beckett renuncia à palavra para que seja possível ouvir o silêncio dos clowns






Llanto por Mariana Pineda y otros muertos ilustres Welington Andrade

Cantata para um bastidor de utopias, da Cia. do Tijolo, investe na alegria mediterrânea de um lá-então para eludir a violência à qual é preciso também resistir no aqui-agora






A tradição do simpósio grotesco Welington Andrade

Zé Celso imprime a “O banquete”, de Platão, as marcas de uma nutrição política e estética cada vez mais rara na mesa do brasileiro






A embriaguez da liberdade trágica Welington Andrade

Espetáculo-solo de Cacá Carvalho explora o estado de arrebatamento luciferino que a palavra instaura na obra de Dostoiévski






Artaud e Zé Celso, dois momos heresiarcas Welington Andrade

“Pra dar um fim no juízo de deus” comprova que não se deterá jamais a vida que pulsa no Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona






De olho no teatro Welington Andrade

Em um mundo saturado de imagens, as fotografias de Lenise Pinheiro convidam a uma radical fruição






No reino da “Falavra” Welington Andrade

Ledores no breu constitui um pequeno tratado poético sobre o mundo da leitura e dos dele excluídos






O teatro como “logos” do teatro Welington Andrade

CCSP abriga uma experiência cênica de confrontação da inteligência e da sensibilidade domesticadas






Kafka, em torno e além Welington Andrade

“Josefina canta” investe na teatralidade latente de um conto perturbador






Insubmissas e perplexas Welington Andrade

Peça de Oswaldo Mendes trata do universo masculino da ciência e do princípio noturno-feminino que rege o pensamento originário






Teatro, cerimônia e ritual Welington Andrade

Uma dramaturgia em que “nada é dito e tudo insinuado” merece ser conhecida em SP






Viagem ao redor do engenho teatral Welington Andrade

Inédita nos palcos, chega às livrarias uma inquieta forma teatral concebida por um grande mestre






Salvos da guerra e do mar Welington Andrade

Em Cais ou Da Indiferença das embarcações, a Velha Companhia investiga a teatralidade do rústico






Desordem e despejo Welington Andrade

Bailarina do século XIX é resgatada com vida dos escombros do teatro paulistano






O que ainda mantém o homem vivo? Welington Andrade

“O dia em que Sam morreu” empenha o vigor que a palavra pode exalar no teatro para tratar da obsolescência do homem






Entre máscaras e papeis Welington Andrade

“Pessoas perfeitas” confere estatuto dramático aos “sujeitos sujeitados” que habitam as grandes cidades






O palco como abismo da incongruência Welington Andrade

Em “Terra de ninguém”, a consciência humana está fadada a refugiar-se no caráter inefável da linguagem






Medeia, a memoriosa Welington Andrade

O mais recente espetáculo do grupo Folias trata de um mito arcaico e do futuro que foi enterrado com ele






O empreendedor cordial Welington Andrade

Cinquenta anos depois de escrita, Os Azeredo mais os Benevides, de Oduvaldo Vianna Filho, ainda tem o que dizer ao Brasil do século XXI






Metafísica das quinquilharias Welington Andrade

Sala de estar, do grupo Sobrevento, faz uso da técnica do teatro de objetos para dar novos significados às coisas






As atribulações do moderno “pater familias” Welington Andrade

É preciso vislumbrar e usufruir as nuances do monólogo Pós-Man para além de seu caráter de recatado recital






Narração e teatralidade em Guimarães Rosa Welington Andrade

Adaptação de “A hora e vez de Augusto Matraga” extrai da prosa rosiana uma fascinante espessura de signos teatrais






Quem tem medo da forma dramática? Welington Andrade

Obra-prima de Edward Albee ganha montagem à altura de sua força expressiva






O inferno é aqui Welington Andrade

“Por acaso, Navalha”, da Cia Caxote, empunha a lâmina ainda bastante afiada de Plínio Marcos






Winnie’s adventures in Underland Welington Andrade

Em Oh os belos dias, o diretor Rubens Rusche e a atriz Sandra Dani se lançam em direção ao cerne das palavras beckettianas






Experiência em palimpsesto Welington Andrade

Lenz, um outro dialoga com a atmosfera pré-romântica alemã da “tempestade” e do “ímpeto”






No sirgo fio dessas recordações Welington Andrade

Dirigida por Marcelo Lazzaratto, O jardim das cerejeiras, de Anton Tchekhov, sublinha a realidade como um devenir






Como se a linguagem não mais existisse Welington Andrade

Dançando em Lúnassa atesta a ainda vigorosa e potente comunicação que a forma dramática estabelece com o público






Dionisíaca paulistana Welington Andrade

A cidade de São Paulo recebe um festival de teatro que quer ir ao encontro do espectador e convidá-lo a uma parceria






Memento Mori Welington Andrade

Tríptico Samuel Beckett é um pequeno retábulo lírico-dramático que narra a infelicidade de se estar vivo






Teatro, narratividade e política Welington Andrade

A arte da comédia, de Eduardo de Filippo, chama a atenção para a prazerosa “máquina de narrar” que pode ser o teatro






Onde está, ó morte, a tua vitória? Welington Andrade

A morte de Ivan Ilitch coloca o espectador diante da morte e do discurso sobre essa experiência-limite






Sob o signo de Strindberg Welington Andrade

“A noite das tríbades”, de Per Olov Enquist, invoca a vida e a obra do dramaturgo sueco que se autodenominava um indivíduo “selvagem”






Mito e tragédia nas quebradas do mundaréu Welington Andrade

Núcleo Bartolomeu de Depoimentos vai à Tebas de Sófocles para discutir o mundo das leis não escritas da consciência






“Distanciar é ver em termos históricos” Welington Andrade

Em “O patrão cordial”, Companhia do Latão promove encontro do teatro de Bertolt Brecht com o ensaísmo de Sérgio Buarque de Holanda






O riso engenhoso do “seicento” e o espírito cômico de hoje Welington Andrade

Cia. D’Alma se aproxima de Molière para experimentar as formas do riso






Cena Contemporânea Welington Andrade

Mundana Companhia segue firme na poética de reconstrução de textos da cultura russa e de sua aproximação ao universo brasileiro






Cena Contemporânea Welington Andrade

Desafio de monólogo com Jandira Martini é levar o espectador para além da indignação reacionária com o “estado de coisas que está aí”






Arte na rua Welington Andrade

Mostra SESC de Teatro de Rua começa nesta sexta e leva 22 espetáculos para 18 cidades de São Paulo






Gosto pela experimentação Welington Andrade

Em entrevista, o crítico teatral Kil Abreu fala sobre o teor experimental presente na cena teatral contemporânea






Cena Contemporânea Welington Andrade

Welington Andrade estreia coluna quinzenal. Leia o primeiro texto sobre “Carta ao pai”, peça de Denise Stoklos






Molière e o ridículo da virtude Welington Andrade

Encenação pioneira nos teatros brasileiros, O misantropo, de Molière, chega aos trópicos indagando a respeito de quem são os misantropos de hoje em dia






Ba(q)uianas à brasileira Welington Andrade

Marcelo Drummond como Dioniso e Zé Celso como Tirésias durante “As bacantes” (Foto: Bob Sousa) “Mastigado na gostosura quente do amendoim…/Falado numa língua curumim/De palavras incertas num remelexo melado melancólico…/Saem lentas frescas trituradas pelos meus dentes bons…/Molham meus beiços que dão beijos alastrados/E depois remurmuram sem malícia as rezas bem-nascidas…”. Mário de Andrade, O poeta … Continue lendo “Ba(q)uianas à brasileira”

Exortação à afasia Welington Andrade

Cena de PROJETO bRASIL (Foto: Marcelo Almeida) “A palavra falada é irreversível, tal é a sua fatalidade” Roland Barthes, O rumor da língua Com texto e direção de Marcio Abreu, PROJETO bRASIL, da companhia brasileira de teatro, antes de se configurar em um espetáculo artístico, constitui mais propriamente um ato cultural organizado em torno de … Continue lendo “Exortação à afasia”

Espetáculo, percepção e sensação Welington Andrade

A leitura de dois importantes títulos de teoria crítica convida à reflexão a respeito de como o teatro contemporâneo tem lidado com as categorias da percepção e da sensação, que levam inevitavelmente ao problema da subjetividade






Manifesto ao espectador contemporâneo Welington Andrade

A experiência do teatro pode conduzir o homem a uma viagem de exploração de outras regiões de si próprio, comumente soterradas sob o peso do excesso de convicções






Disforme, inconformado, performativo – Ou Do teatro e algumas de suas questões formais – Welington Andrade

Dois corpos se encontram no ato teatral: de um lado, o corpo do ator, que poderá privar da espontaneidade do corpo natural ou se submeter a um controle absoluto proposto pelo próprio intérprete ou pelo encenador; de outro, o corpo do espectador, que recebe cineticamente o que emana do corpo do ator em direção a ele e o transforma em desejo e fantasia






O dionisismo em “Sínthia” e as emoções inviris Welington Andrade

O dionisismo em Synthia, tudo leva a crer, está implícito tanto no plano do conteúdo do espetáculo como no de sua forma. Dioniso é o deus do panteão grego marcado pela androginia e pela dualidade.






Leite derramado, “mise en abyme” do desvario Welington Andrade

A adaptação de Leite derramado para o teatro, a cargo de Roberto Alvim, mantém firme semelhança com os eventos descritos no livro, adotando, por sua vez, algumas dissonâncias em relação ao texto-matriz.






Nuestra America Welington Andrade

Crítica do espetáculo “Solidão”, inspirado no romance que García Márquez tentou escrever aos 18 anos e que se tornaria o clássico “Cem anos de solidão”






Entre o amor veemente e o ódio cego Welington Andrade

“Gota d’água à seco”, a encenação de Rafael Gomes, ora em cartaz no Teatro FAAP em São Paulo, evoca uma série de elementos complexos que estão na base da própria narrativa que envolve a personagem mítica disposta a concretizar uma vingança terrível.






Privado: Manifesto ao espectador contemporâneo Welington Andrade

A experiência do teatro pode conduzir o homem a uma viagem de exploração de outras regiões de si próprio, comumente soterradas sob o peso do excesso de convicções






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