A clareira e a cidade de Rodrigo Novaes de Almeida Tito Leite

De forma leve e meditativa, algumas questões filosóficas ganham densidade nos versos do poeta

Estante: Preciado, Maria Lúcia Alvim, Daniela Arbex Redação

Toda quinta, uma seleção de cinco lançamentos literários; hoje, as “crônicas da travessia” de Preciado, poemas inéditos de Alvim e a primeira biografia de Arbex

Por uma imprevisível luta política Tania RIvera

Safatle pensa a urgência de novos modos não identitários de reconhecimento e organização social, mas não faz de livro um manual de conduta revolucionária

Estante: Gertrude Stein, Ailton Krenak, Walter Benjamin Redação

Toda quinta, uma seleção de lançamentos; hoje, o livro infantil de Stein, as reflexões pandêmicas de Krenak e uma coletânea sobre o pensamento de Benjamin

José mergulha para sempre na piscina azul, e todos os gestos do fogo Manoel Ricardo de Lima

Incendiário, livro de Marcelo Reis de Mello procura perceber um mundo ao redor que é todo de “um outro”, ou de “uns” e “outras”

Estante: Angélica Freitas, Sylvia Plath, Muryatan S. Barbosa Redação

Poemas inéditos de Freitas, coletânea de contos de Plath, panorama da produção intelectual do continente africano por Barbosa e mais

O coice da égua: um livro para enfrentar ‘os dias que estão’ Helena Zelic

Primeiro livro de Valeska Torres não é apenas retrato da sobrevivência no Rio, uma cidade de violência e cólera: é também um manual de ação

Estante: Eliana Alves Cruz, Valêncio Xavier, Antonin Artaud Redação

O novo romance da escritora carioca, um clássico há 22 anos fora de catálogo e uma coletânea de textos surrealistas do poeta e dramaturgo francês

‘Aranhas’ e ‘rita hayworth foi a paris’: livros de leitor e alta velocidade Manoel Ricardo de Lima

Manoel Ricardo de Lima escreve sobre os livros de Carlos Henrique Schroeder (Record) e André Gonçalves (Quimera)

Uma estranha saúde: sobre a literatura e o contágio Artur de Vargas Giorgi

A doença e a saúde parecem sempre ter rondado a palavra escrita. O que hoje se nomeia “literatura” seria mesmo, segundo Derrida, uma espécie de botica

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