Dossiê | Sexologia política Marcia Tiburi

Assim como o gênero, sexo pode nos servir como categoria de análise válida para pensar a nossa época

A política sexual do bolsonarismo Renan Quinalha

As semelhanças dos discursos de Bolsonaro com uma retórica moralista são continuidade de um projeto de controle social de corpos e desejos

O ignoródio ao gozo do outro Antonio Quinet

O ódio é uma paixão junto com o amor e a ignorância, segundo Lacan. O fundamento do ódio está para além do imaginário; está no real, no campo do gozo

Quando a mentira é serva da homofobia Jean Wyllys

Numa primeira leitura dos resultados, a homofobia combinada com o antipetismo fizeram o pêndulo eleitoral ir para a direita e para a extrema direita

Dossiê | A leitura de Achille Mbembe no Brasil Carla Rodrigues e Suely Aires

Com o filósofo camaronês, ganhamos recursos teóricos para pensar as especificidades do racismo brasileiro e o devir-negro no mundo colonizado

O devir-negro do mundo Peter Pál Pelbart

Em Achille Mbembe, a negritude não é só uma condição subalterna reservada aos negros, mas o lote de sofrimento que abarca pobres, desempregados, imigrantes

A democracia é possível? Renato Noguera

Segundo Achille Mbembe, a democracia e o neoliberalismo são inconciliáveis – e a democracia só é viável a partir do combate radical do racismo

Sujeito racial, governo dos corpos e branquitude Edson Teles

Achille Mbembe recorre aos conceitos de biopolítica, estado de exceção, poder soberano e os relaciona com os processos de colonização e descolonização

Corpos marcados para morrer Suely Aires

No Brasil, o extermínio de pessoas mostra a sua face no discurso corrente da guerra às drogas, justificativa, por excelência, para o exercício do necropoder

Guerra colonial à moda brasileira Carla Rodrigues

A noção de “guerra sem fim” de Achille Mbembe e a metáfora da guerra que define o Brasil desde o início da empresa colonial europeia

Dezembro

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