Arcas de Babel: poesia nórdica traduzida por Francesca Cricelli, Leonardo Silva e Luciano Dutra Curadoria Patrícia Lavelle

Francesca Cricelli, Luciano Dutra e Leonardo Pinto Silva traduzem os poetas escandinavos Einar Már Guðmundsson, Kristín Ómardsóttir, Jóanes Nielsen, Lív Maria Róadóttir Jæger, Sondre H. Bjørgum e Tone Hødnebø

Arcas de Babel: Andrea Zanzotto e Patricia Peterle Curadoria Patrícia Lavelle

A poeta, professora e tradutora Patricia Peterle traduz poemas inéditos do poeta italiano Andrea Zanzotto

A luta mais vã e viva Tarso de Melo

Leia alguns dos poemas escritos por participantes da oficina de poesia ministrada pelo poeta Tarso de Melo no Espaço Cult

Uma po/ética da escuta: ‘vidas rasteiras’, de Alberto Pucheu, e outros lançamentos Maurício Chamarelli

À escuta das migalhas que encontra pelo caminho, a poesia aqui se escreve como coleta, isto é: na medida em que esbarra nos outros em cujos encontros ela se faz

Arcas de Babel: Moisés Alves traduz Elke Erb Curadoria Patrícia Lavelle

O poeta, professor e pesquisador Moisés Alves traduz e apresenta poemas de uma das mais prestigiadas artistas da poesia contemporânea de língua alemã

Arcas de Babel: Graciela Huinao e Roxana Miranda Curadoria Patrícia Lavelle

As poetas Mapuche-Huilliche Graciela Huinao e Roxana Miranda são traduzidas por Víctor Cifuentes Palacios, Clara Antinao Varas e Valentina Bascur Molina

Arcas de Babel: Fernanda Morse traduz Diane di Prima Curadoria Patrícia Lavelle

Morse mostra a poesia provocadora e feminista de Diane di Prima, importante poeta da geração beat, ainda inédita em livro no Brasil

Carlos de Assumpção e Valério Corrêa: para caminhar mais um pouco na memória do tempo Alberto Pucheu

Cult publica série de poemas inéditos de Valério Correa, poeta baiano cuja memória é resgatada por Carlos de Assumpção

Fênix: um poema inédito de Ademir Assunção Ademir Assunção

Poeta e jornalista lança, em junho, seu novo livro, ‘Risca faca’, pela editora Demônio Negro

Poemas de Márcia Kambeba e Eduardo Oliveira

“Sentir o vento de chuva/ Apressado para molhar/ A terra e verde que habita/ Em nós, na aldeia, meu lar.”

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