Poiesis, pharmakon Tarso de Melo

A poesia é um remédio? Por quê? Para quê? Para quem?

Não poder errar Tarso de Melo

O preço político daquele “ainda bem”: quando Lula erra, até Mano Brown tem que pagar

Tempo de homens partidos Tarso de Melo

Principal tarefa do governo Bolsonaro, abertura aos interesses do capital ultraliberal não é possível sem o desmonte de tudo que os trabalhadores já criaram

Respiração atada ao tutano dos dias: um percurso por Rastros, de Tarso de Melo Casé Lontra Marques

Antologia propõe nova leitura para seus poemas a partir de uma reorganização, fora da cronologia, de textos escritos ao longo de duas décadas

Moedor Tarso de Melo

Está difícil pensar em “sociedade livre, justa e solidária” por aqui, como diz nossa combalida Constituição

Os ‘moradores de rua’ e a banalização do inconcebível Tarso de Melo

A existência de ‘moradores de rua’ alerta para verdades sobre o significado político, econômico e cultural de um sistema que despreza a vida

A lama, nosso espelho Tarso de Melo

Olhar para a lama de Brumadinho dói porque a lama nos espelha. É a nós mesmos que vemos na lama. É nosso passado, presente, futuro

O trabalhador está nu – ou quase Tarso de Melo

O silêncio que se segue à afirmação de que “os trabalhadores têm direitos demais” é resultado de um longo trabalho de demonização da classe trabalhadora

É hora de enfrentar as passas, cidadãos! Tarso de Melo

Não terei muita dificuldade para reunir pessoas que preferem uvas passas no arroz às notícias do novo governo federal do Brasil

Os 70 anos – e o futuro – da Declaração Universal dos Direitos Humanos Tarso de Melo

Texto, que completa 70 anos no dia 10 de dezembro, ganha significação extraordinária em meio às ameaças em nosso horizonte

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