Novo e fulminante Carla Bessa
Com absoluto domínio da economia da escrita, Maria Fernanda Maglio constrói no romance “Lá é o tempo” uma narrativa galopante e magnética
A era fascista Tiago Ferro
Ao articular análise social, economia libidinal e forma ensaística, Vladimir Safatle produz não apenas uma interpretação do presente, mas uma reflexão sobre os próprios limites da crítica contemporânea
“No silêncio” de Arthur Sze e a poesia chinesa Aurora Fornoni Bernardini
Considerado uma voz extremamente inovadora na poesia estadunidense contemporânea, Arthur Sze é também profundo conhecedor da tradição poética chinesa, dominando a língua e tendo traduzido para o inglês diversos autores clássicos
O primado dos afetos José Castello
Em “A trinca do Curvelo”, Elvia Bezerra mostra como Nise da Silveira, Manuel Bandeira e Rui Ribeiro Couto encontraram no morro do Curvelo a paisagem ideal para lidar com a poesia do humano
A rebelião pela delicadeza Robson Viturino
No romance “Ilhas suspensas”, estreia de Fabiane Secches no gênero, corpos, ideias e vínculos afetivos surgem emaranhados em voz narrativa sensível – evocando uma ética para além do humano
“Pecadores”: o tempo, o corpo e o blues Duanne Ribeiro
A música como acesso à transcendência, os saberes do corpo, a perenidade do afeto e o choque entre eternidades no filme de vampiro recordista de indicações ao Oscar
Wittgenstein e os limites da literatura contemporânea Marcelo Ariel
O escritor Marcelo Ariel comenta dois lançamentos recentes do filósofo austríaco-britânico Ludwig Wittgenstein
Medea: entre o rito, o mito e o verbo Welington Andrade
Antes, todos os homens dançaram os mitos que, depois, alguns cantaram. Mitológica, na sua origem, a poesia revela-se como resultado da primeira crise da consciência religiosa: pela primeira vez, o mito aparece dissociado do rito. E deste ponto crítico parte a mitologia ao encontro de um destino, que é o destino próprio de tudo … Continue lendo “Medea: entre o rito, o mito e o verbo”
Nossa literatura jamais será vermelha Luiz Maurício Azevedo
Romance de André de Leones experimenta o poder da linguagem e se insurge contra a positividade infinita da literatura
Marília Garcia e sua ilha de edição Irineu Franco Perpetuo
“Pensar com as mãos” destina-se a quem se interessa não apenas pelo produto final da literatura, mas também pelos meandros da criação





