Resultados para: marx
Economia libidinal e a recusa ao antropocentrismo Mariana Ruiz Bertucci Schmitt
A vivacidade e a fertilidade da bibliografia de Lyotard talvez estejam nisto: na relação incompossível – para já usar uma palavra “pagã” sua – entre o sofista e o filósofo
Jean-François Lyotard: itinerário de leitura Rafael Gargano
Seleção comentada das obras de Jean-François Lyotard
O mal dito das partes Herivelto P. Souza
Lyotard insiste no mal dito que os signos produzem ao buscar falar das partes enquanto tais, na medida em que permanecem esfaceladas e ainda atravessadas pela libido
O espectro de 1964 Luís Costa
Fico diz ser compreensível (e lamentável) que o governo Lula não tenha força política para enfrentar o problema estrutural do intervencionismo militar
entrevista | “Gênero se tornou um bode expiatório” Clara Rodrigues e Sonia Corrêa
Judith Butler e a contraimaginação para dissipar o “fanstasma” dos corpos dissidentes na cultura
Recordações dos corpos dos mortos Welington Andrade
Tomando por base a biografia “Revolucionário e gay: A vida extraordinária de Herbert Daniel”, Zé Henrique de Paula concebeu um espécime dramatúrgico que, além de franquear ao espectador os fatos objetivos mais relevantes da vida do personagem, convida a plateia a adentrar o terreno da subjetividade do protagonista
O incômodo objeto da língua William Zeytounlian
Desde o início de “O fluxo e a cesura”, o autor não esconde as cartas: o objeto incômodo compartilhado pela linguística e pela psicanálise é a poética. Para demonstrá-lo, ele nos conduz por um arco que retraça o lugar do fazer poético em Saussure, Jakobson e Lacan, destacando a gradativa aproximação dos autores com um tema que retorna disruptivamente sobre seus próprios saberes
Um intelectual essencial Fabio Mascaro Querido
A especificidade de Schwarz, nesse cenário, reside no modo como a literatura – ou a cultura de modo geral – é tomada como via de acesso ao processo social brasileiro
entrevista | Refazer a utopia Luís Costa e Paulo Henrique Pompermaier
Em visita ao Brasil para lançar o segundo volume de “A saga dos intelectuais franceses, 1944-1989: O futuro em migalhas”, o historiador François Dosse conversou com a Cult sobre a crise das utopias, o fazer da História e o imaginar do futuro





