A democracia no espaço entre duas mortes Marcelo Veras
O direito de votar é um modo decisivo de fazer contar uma voz. É aí que reside toda a pequenez e a grandiosidade da vida humana. Somos “um só” voto, mas, nesse momento, experimentamos a liberdade de participar de uma decisão comum.
“Sonhos de alerta”: O que estamos sonhando neste período eleitoral? Guilherme Freitas Henderson
Nossos pesadelos talvez digam mais sobre o futuro do país do que estamos sendo capazes de enxergar acordados
“Se não postar, não cresce”: entre o espelho e a tela, outros narcisos Antonio Trevisan
Em tempos de um mundo agitado e acelerado — em que quase não se notam mais as palavras escritas de gentileza nos muros, como dizia a canção, mas se sofre a constante pressão por ser visto ao preço de permanecer vivo ou não no ciberespaço —, propomos algumas observações sobre o narcisismo e … Continue lendo ““Se não postar, não cresce”: entre o espelho e a tela, outros narcisos”
“Já fui mulher, eu sei”: infância, dependência e misoginia. Marília Velano
A relação de cuidado que se estabelece em uma análise reanima os fantasmas mais remotos da experiência de dependência: uma quantidade enorme de mulheres invisíveis povoa um consultório de psicanálise
A alegria de se esconder e o desastre de não ser encontrado: o amor na cultura digital Marília Velano
A alegria de se esconder e o desastre de não ser encontrado é um dos paradoxos mais bonitos da teoria winnicottiana.
A domesticação da psicanálise Vladimir Safatle
O maior inimigo da psicanálise é ela mesma. É apenas tendo consciência disso que ela pode ser fiel a si, fiel a seu impulso gerador.
Meu brinquedo: nada machuca, nem cansa Marília Velano
mulheres adultas voltaram a brincar de boneca, homens adultos jogando vídeo game e crianças usando o celular
A engenharia do eu: redes sociais e a construção da subjetividade contemporânea José Alberto Roza
Do Orkut à hiperconectividade: o nascer da subjetividade digital Há um eco recorrente nas redes sociais brasileiras: o burburinho sobre a possível volta do Orkut, marcado por nostalgia de uma era digital de comunidades vibrantes e autodescoberta. Para mim, esse tema tem um significado especial. Em 2009, quando o Orkut começava seu declínio frente … Continue lendo “A engenharia do eu: redes sociais e a construção da subjetividade contemporânea”
O bebê reborn e a falsolatria: um sintoma do presente e um presságio do futuro Jean Wyllys
O bebê reborn, ao ser inserido em enredos performados por seus donos nas mídias sociais, revela-se não só como fetiche, mas também como prenúncio de um futuro em que a alteridade será domesticada, neutralizada ou anulada
A Lésbica não existe. Inventa. Ex-siste. Anna Cecília Fernandes, Barbara Cristina Souza Barbosa, Flávia Ripoli Martins e Joana Manassés Penteado
Teria o discurso lésbico algo a dizer à psicanálise?




