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Sandro Veronesi: “Encontro as regras para a minha literatura nos assuntos que estudei: arquitetura e xadrez” Victor Kutz
Para ele, a inspiração literária passa sobretudo pela ideia de construir espaços comuns de habitação: “a relação entre os encontros possíveis entre os frequentadores do espaço e aquilo que podemos organizar ao redor deles”.
DOS DISCURSOS AOS NÓS BORROMEANOS: VIOLÊNCIA, SEGREGAÇÃO E DISPOSITIVOS DE PODER NO LAÇO SOCIAL Paul Kardous
Se tomamos a violência, a segregação e a discriminação como fenômenos contemporâneos alarmantes, a psicanálise nos obriga a um deslocamento: eles não são meros acidentes históricos ou desvios morais. São efeitos estruturais do laço social.
O devir influencer: O valor de culto na era da espectralidade capitalista Marcia Tiburi
A grande assombração do século 20 é a publicidade. Se, como bem viu Marx, tudo assume a forma da mercadoria no mundo capitalista e se, como percebeu Guy Debord, a era do espetáculo se define pela imagem como capital, temos que, por todos os lados, a imagem-mercadoria se impõe sobre tudo e todos
Um domingo qualquer no Maracanã Daniel Kupermann
O acontecimento futebol é vitalizador, antes de sublimatório; é o eterno retorno do aguçamento dos sentidos que intensifica nossa vontade de potência
O caso Cazarré, o desalento do povo brasileiro e a nostalgia masculina Bárbara Cristina Souza Barbosa
Qualquer uma que tenha assistido ao filme “Boi Neon”, dirigido por Gabriel Mascaro, testemunhou, com um aperto no peito, as últimas notícias sobre o curso idealizado por Juliano Cazarré, “O Farol e a Forja”
O desencaixe da IA: Repetição e abertura Raquel Rachid
A aproximação entre psicanálise e inteligência artificial permite ir além de respostas reativas ou exclusivamente regulatórias, desafiando leituras consagradas que interpretam a tecnologia como fator exógeno a ser domesticado
O mal-estar na digitalização: Da ferida narcísica imposta pelas IAs ao risco de aniquilação Cian Barbosa e Cláudia Henschel de Lima
Considerando que IAs têm autonomia de aprendizagem, e seu impacto em uma nova gramática da guerra, o descentramento do eu jamais esteve tão alinhado a seu risco iminente de aniquilação desde o desenvolvimento científico da bomba atômica
Conheço o meu lugar? – Winnicott 130 anos Marília Velano
Corredores humanitários do self e a clínica do desenraizamento. Winnicott desmonta os marcadores temporais – pré-genital, pré-edípico e pós-edípico – instalando as questões da vida em uma zona fronteiriça que ele chama de espaço potencial
Mais vida, menos vida: A terceira margem do rio – Winnicott 130 anos Marília Velano
José Miguel Wisnik produz, por meio da aproximação de Winnicott com a literatura e a música brasileira, um deslocamento do espaço transicional de uma abstração teórica à própria experiência cultural
A vida presta? – Winnicott 130 anos Marília Velano
A questão sobre o que é a vida digna, a vida que vale a pena ser vivida, foi formulada de diferentes maneiras na obra de Winnicott, pediatra e psicanalista inglês que, nesta semana, comemorou 130 anos do seu nascimento.





