O fim da escala 6×1: sem dividir o cuidado, não há descanso Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
Quando olhamos para a pauta do fim da escala 6×1 a partir de uma perspectiva de gênero, surge uma questão incontornável: quem, de fato, descansará?
A cultura do ódio Maria Rita Kehl
A tristeza da ira passional consiste justamente no fato de que ela usa sua força raivosa contra tudo aquilo que vive, que quer se expandir, que contagia, borbulha, cria laços
“Desculpa por ser homem”: culpa, performance e a armadilha do falso aliado Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
o que você está disposto a perder para que as coisas mudem?
Infância e feminismo Maria Rita Kehl
Na infância, acho que nem sabia o significado da palavra “feminismo”, mas sabia que não queria sacrificar minha inclinação por pequenas aventuras apenas para corresponder ao estereótipo feminino
O filho do mito e a negação do nome do pai Marcia Tiburi
Sobre o reposicionamento político da marca Bolsonaro
Minha avó se chamava Maria Camilo. Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
Pela vó Maria. E por tantas outras Marias que viveram, resistiram e, muitas vezes, sofreram em silêncio. Pelas que ainda sofrem ou que não compreendem as violências que vivem. E pelas que seguem lutando hoje — porque nenhuma de nós começou do zero
O gênero do mal: A violência como assinatura identitária Marcia Tiburi
Quando se fala em discurso de ódio, muitos esquecem que o primeiro discurso de ódio, historicamente arraigado e cuja origem se perdeu, foi a misoginia
A Bahia, o tempo e meu próximo romance Coluna Torta | Natércia Pontes
Não sei como vou enlaçar esses três temas em um único texto, talvez o resultado seja um laço torto. Mas como estou em casa, na minha Coluna Torta, vamos em frente. Estive na Bahia. Mergulhei de olhos abertos na escura Lagoa do Abaeté e lá dentro é surpreendentemente verde-limão. O areal branco do entorno arranca … Continue lendo “A Bahia, o tempo e meu próximo romance”
Marasmo latino-americano Coluna Torta | Natércia Pontes
Não vou sair em defesa do governo no mínimo ambíguo da Venezuela, mas a imagem é uma punhalada na soberania, sobretudo na paz da América Latina, que já penou por tantas ditaduras atrozes, capitaneadas por presidentes norte-americanos ao longo do último século
Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto Jean Wyllys
O filme A natureza das coisas invisíveis, escrito e dirigido por Rafaela Camelo, poderia ser facilmente acomodado dentro de uma tradição já conhecida do realismo mágico latino-americano — tradição na qual a obra de Isabel Allende permanece como uma referência quase inevitável —, não apenas pela presença do “sobrenatural”, mas sobretudo pela recusa em tratá-lo … Continue lendo “Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto”





