Uma política ciborgue Flores em vida | Jean Wyllys
Se hoje ofereço estas “flores em vida” a Haraway, é porque reconheço em seu pensamento não apenas uma elaboração teórica sofisticada, mas a formulação mais precisa de uma prática que venho buscando construir ao longo da minha trajetória
O devir influencer: O valor de culto na era da espectralidade capitalista Marcia Tiburi
A grande assombração do século 20 é a publicidade. Se, como bem viu Marx, tudo assume a forma da mercadoria no mundo capitalista e se, como percebeu Guy Debord, a era do espetáculo se define pela imagem como capital, temos que, por todos os lados, a imagem-mercadoria se impõe sobre tudo e todos
Margaret Atwood: questão incendiária do ódio às mulheres e LGBTQs Flores em vida | Jean Wyllys
“Flores em vida” é o nome desta coluna que se inaugura hoje com este texto e que, doravante, ocupará a Cult digital
O fim da escala 6×1: sem dividir o cuidado, não há descanso Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
Quando olhamos para a pauta do fim da escala 6×1 a partir de uma perspectiva de gênero, surge uma questão incontornável: quem, de fato, descansará?
A cultura do ódio Maria Rita Kehl
A tristeza da ira passional consiste justamente no fato de que ela usa sua força raivosa contra tudo aquilo que vive, que quer se expandir, que contagia, borbulha, cria laços
“Desculpa por ser homem”: culpa, performance e a armadilha do falso aliado Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
o que você está disposto a perder para que as coisas mudem?
Infância e feminismo Maria Rita Kehl
Na infância, acho que nem sabia o significado da palavra “feminismo”, mas sabia que não queria sacrificar minha inclinação por pequenas aventuras apenas para corresponder ao estereótipo feminino
O filho do mito e a negação do nome do pai Marcia Tiburi
Sobre o reposicionamento político da marca Bolsonaro
Minha avó se chamava Maria Camilo. Gênero & Misoginia | Bruna Camilo
Pela vó Maria. E por tantas outras Marias que viveram, resistiram e, muitas vezes, sofreram em silêncio. Pelas que ainda sofrem ou que não compreendem as violências que vivem. E pelas que seguem lutando hoje — porque nenhuma de nós começou do zero
O gênero do mal: A violência como assinatura identitária Marcia Tiburi
Quando se fala em discurso de ódio, muitos esquecem que o primeiro discurso de ódio, historicamente arraigado e cuja origem se perdeu, foi a misoginia





