Como Sueli Carneiro nos ajuda a pensar a digitalização de antigas violências Flores em vida | Jean Wyllys

Obrigado, Sueli Carneiro, por me ajudar a enxergar melhor as injustiças nada sutis deste país ainda racistas, classista, misógino e LGBTFóbico. Os cachorros danados do fascismo ladram, mas não nos acovardaremos diante deles!

O neoliberalismo não passa a bola Gênero & Misoginia | Bruna Camilo

Poucas instituições ocuparam um lugar tão importante na formação da experiência masculina no Brasil quanto o futebol

Pilar da memória: a intolerância religiosa é o dejeto da extrema direita Flores em vida | Jean Wyllys

As mídias sociais estão incendiadas, outra vez. Agora em torno da invasão de policiais militares, em São Paulo, a uma escola pública da zona oeste, em novembro de 2025

Estou cansada de morrer um pouco todos os dias Gênero & Misoginia | Bruna Camilo

Continuo acreditando que compreender a misoginia é uma tarefa urgente, mas confesso que, às vezes, me sinto menos pesquisadora e mais testemunha

Uma política ciborgue Flores em vida | Jean Wyllys

Se hoje ofereço estas “flores em vida” a Haraway, é porque reconheço em seu pensamento não apenas uma elaboração teórica sofisticada, mas a formulação mais precisa de uma prática que venho buscando construir ao longo da minha trajetória

O devir influencer: O valor de culto na era da espectralidade capitalista Marcia Tiburi

A grande assombração do século 20 é a publicidade. Se, como bem viu Marx, tudo assume a forma da mercadoria no mundo capitalista e se, como percebeu Guy Debord, a era do espetáculo se define pela imagem como capital, temos que, por todos os lados, a imagem-mercadoria se impõe sobre tudo e todos

Margaret Atwood: questão incendiária do ódio às mulheres e LGBTQs Flores em vida | Jean Wyllys

“Flores em vida” é o nome desta coluna que se inaugura hoje com este texto e que, doravante, ocupará a Cult digital

O fim da escala 6×1: sem dividir o cuidado, não há descanso Gênero & Misoginia | Bruna Camilo

Quando olhamos para a pauta do fim da escala 6×1 a partir de uma perspectiva de gênero, surge uma questão incontornável: quem, de fato, descansará?

A cultura do ódio   Maria Rita Kehl

A tristeza da ira passional consiste justamente no fato de que ela usa sua força raivosa contra tudo aquilo que vive, que quer se expandir, que contagia, borbulha, cria laços

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