O ato analítico como resistência à algoritmização dos afetos pela IA Douglas Rodrigues Barros
Se a inteligência artificial se tornou a terapeuta contemporânea, é porque vivemos numa época que prefere a adaptação ao sintoma à sua ruptura
O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico Cristian Arão e Nanci Nakamura
Ao adentrar o território da psicoterapia, a inteligência artificial não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?
Entre a voz e o sujeito: Por uma IA que fale em nosso nome Leandro Modolo e Samuel Galiego
Ao “colonizarem” afetos, tempo e atenção, as IAs corporativas não apenas exploram a subjetividade, como também recriam suas fronteiras psíquicas sob a lógica da vigilância e da produtividade
A IA é suficientemente boa? Fabrício Mesalira Marcelino e Jesiane Oliveira Sousa
pode ser animadora a possibilidade de, pela primeira vez, encontrar “alguém” dedicado a ouvir e responder – mesmo sendo esse interlocutor um robô bastante limitado
O desencaixe da IA: Repetição e abertura Raquel Rachid
A aproximação entre psicanálise e inteligência artificial permite ir além de respostas reativas ou exclusivamente regulatórias, desafiando leituras consagradas que interpretam a tecnologia como fator exógeno a ser domesticado
O mal-estar na digitalização: Da ferida narcísica imposta pelas IAs ao risco de aniquilação Cian Barbosa e Cláudia Henschel de Lima
Considerando que IAs têm autonomia de aprendizagem, e seu impacto em uma nova gramática da guerra, o descentramento do eu jamais esteve tão alinhado a seu risco iminente de aniquilação desde o desenvolvimento científico da bomba atômica





