“Só é possível ser verdadeiramente revolucionário em pouquíssimos momentos da vida” Felipe Franco Munhoz fotos de Francisco proner
O cantor e compositor Silvio Rodríguez, ícone da música de Cuba, conversou com a Cult sobre seu trabalho artístico e o atual momento de seu país e do mundo
Formas mais justas, sustentáveis e compartilhadas de existência Guilherme Wisnik
A pergunta que orienta este dossiê se impõe com urgência: como pensar e construir cidades em um território ao mesmo tempo abundante em recursos naturais e profundamente marcado por desigualdades históricas?
Balneário Camboriú: “O Brasil que deu certo” Camila Alba
Balneário Camboriú é um produto nacional: onde a utopia da direita brasileira teria encontrado lugar para prosperar – é a “mini-Copacabana”, como foi conhecida, que se assemelha à praia carioca no que condiz a dimensão e perfil político
O parque Realengo como equipamento de transformação periférica Larissa Monteiro
Com as torres, embora controversas, Realengo deixou – de fato – de ser o bairro do massacre da Escola Tasso da Silveira. Hoje é o bairro do parque. É o bairro das torres
Canteiro vivo: A arquitetura participativa como trincheira e permanência na Amazônia Marcelo Rosenbaum
A verdadeira e definitiva transformação do território amazônico jamais brotará de grandes intervenções ou de projetos estéreis encomendados por escritórios alheios à pulsão da selva
A borda-d’água em Paraty – e a Flip como um caso de transformação urbana por meio da cultura e da literatura Mauro Munhoz
A borda-d’água de Paraty não é apenas um problema a ser resolvido, mas uma chave para compreender a própria ideia de cidade: um espaço onde natureza, história e vida coletiva se conectam de maneira singular
Na gira do tempo Joana Maria
A passagem ancestral, o nascimento de Nêgo Bispo para a ancestralidade, é uma pergunta permanente. Para ele, são as perguntas que ensinam. Aprender também é uma pergunta permanente
A cumbuca de dar é a mesma de receber Wanderson Flor do Nascimento, Luiz Rufino e Guilherme Moura Fagundes
O tradutor e lavrador de palavras desmascara a colonização ao apontar que sua viga mestra é a cosmofobia: o pavor do movimento, do cosmos, da terra e da confluência vital
Carta ao Mestre Nêgo Bispo Givânia Silva
Ficam seus ensinamentos, sua radicalidade na defesa da vida, sua organicidade nos (e com os) territórios quilombolas e suas lutas. Só a luta pode nos fortalecer para continuarmos enfrentando todas as formas de colonialidade
Mestre do Encontro de Saberes José Jorge de Carvalho
A maior parte da contribuição intelectual de Nêgo Bispo foi transmitida pela fala – e ainda permanece inédita. Precisaremos de muito tempo para assimilar devidamente e avaliar seu imenso legado intelectual




