Montaigne filósofo Sérgio Cardoso

A produção acadêmica contemporânea relativa à obra de Montaigne é imensa; e ela o consagra inequivocadamente como filósofo

‘Um livro consubstancial a seu autor’: Os Ensaios como autorretrato Telma de Souza Birchal

Pela primeira vez um indivíduo comum se expressa em primeira pessoa e expõe suas opiniões sem apelar para quaisquer outros títulos para justificar o ato de escrever






Montaigne e o ensaio Edson Querubini

Com caráter de conversa despretensiosa, dos assuntos mais nobres e repisados aos mais banais e extravagantes, aqui importam menos as respostas e mais as interrogações






Montaigne cético? Luiz Eva

Ao retomar um cabedal de pensamentos da tradição grega e latina, o autor pode ser considerado transmissor dos argumentos céticos antigos para a modernidade






Montaigne e as paixões: contra o voluntarismo e o intelectualismo Andre Scoralick

A crítica montaigniana da razão abre caminho para a experiência, que passa ao primeiro plano de deémarche do ensaísta






Além dos Ensaios: um diário de viagem Fernando Tokota

O Montaigne que viaja não é apenas aquele que foge, mas também o que sabe, de certa forma, o que procura






Educação à maneira de Montaigne Maria Cristina Theobaldo

Para Montaigne, o processo formativo ocorre menos pela dedicação aos livros e mais na interação com o ‘grande livro do mundo’






A filosofia como preparação para a morte Eduino José de Macedo Orione

À luz dos pensadores helenísticos, Montaigne entende que se preparar para o fim é algo indispensável para a construção de uma vida livre






Os animais e os limites do humano Maria Esther Maciel

Montaigne oferece subsídios instigantes ao debate contemporâneo sobre as controversas relações entre viventes humanos e não humanos






Montaigne e seus canibais Maria Célia Veiga França

Montaigne se afasta das narrativas sobre o Novo Mundo que difamam o indígena apresentando-o como bárbaro sem bondade nem civilização






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