Memória afro-brasileira em rede Natália Carneiro
Existe uma expressão recorrente no Brasil que diz que “o brasileiro tem memória curta”. A frase costuma ser usada para explicar o esquecimento de fatos políticos e sociais, mas também ajuda a evidenciar uma característica individual ou cultural
Vida (e morte) ilógica dos grandes lógicos Mario Girasole
Uma descida aos meandros existenciais da Inteligência Artificial.
Por que a sexualidade (alheia) entrou na mira da extrema direita? Por Douglas Barros
O discurso da extrema direita tornou-se popular não por mero acaso, mas porque o caldo cultural do sobrevivencialismo, produzido pela lógica neoliberal, tornou-se profundamente arraigado às relações interpessoais.
A infância como campo de batalha: As paradas e a fabricação do pânico Bruna Andrade Irineu
Quando o mês de junho chega, circula junto com ele uma velha narrativa: crianças não deveriam estar nas Paradas do Orgulho LGBTQIAPN+
DOS DISCURSOS AOS NÓS BORROMEANOS: VIOLÊNCIA, SEGREGAÇÃO E DISPOSITIVOS DE PODER NO LAÇO SOCIAL Paul Kardous
Se tomamos a violência, a segregação e a discriminação como fenômenos contemporâneos alarmantes, a psicanálise nos obriga a um deslocamento: eles não são meros acidentes históricos ou desvios morais. São efeitos estruturais do laço social.
Os “identitários” aprovaram o fim da 6×1 Bárbara Araújo Machado
Recuperar o sentido radical de política de identidade é fundamental para entendermos de uma vez por todas que a classe trabalhadora é internamente diversa
O banheiro dos “Homens” – quando o nojo encanta o tesão Andreone Medrado
O banheiro cis-masculino é o confessionário fétido de uma masculinidade que só consegue desejar sob a proteção da degradação
A quaestificação do debate público João Feres Júnior
O maior problema, do qual a “quaestificação” é o capítulo mais recente, é a deterioração do debate sobre os destinos do país no momento que deveria ser o mais propício a essa conversa coletiva: a antessala da eleição presidencial
O que o algoritmo aprendeu sobre o desejo? A violência contra pessoas LGBTQIAPN+ na era do capitalismo de dados
Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de doenças. Trinta anos depois, o que significa combater a LGBTQIAPN+fobia quando ela opera em sistemas automatizados invisíveis, administrados por corporações não eleitas e alimentados por dados cedidos sem plena consciência?
Dos Crimes de Maio ao Levante de Manguinhos: a insurgência das mães negras e o fortalecimento democrático Gabrielle Abreu
Há 20 anos, os chamados “Crimes de Maio” marcavam profundamente a lógica da segurança pública em São Paulo e a história da violência perpetrada pelo Estado no Brasil





