DOS DISCURSOS AOS NÓS BORROMEANOS: VIOLÊNCIA, SEGREGAÇÃO E DISPOSITIVOS DE PODER NO LAÇO SOCIAL Paul Kardous

Se tomamos a violência, a segregação e a discriminação como fenômenos contemporâneos alarmantes, a psicanálise nos obriga a um deslocamento: eles não são meros acidentes históricos ou desvios morais. São efeitos estruturais do laço social.

Os “identitários” aprovaram o fim da 6×1 Bárbara Araújo Machado

Recuperar o sentido radical de política de identidade é fundamental para entendermos de uma vez por todas que a classe trabalhadora é internamente diversa

O banheiro dos “Homens” – quando o nojo encanta o tesão Andreone Medrado

O banheiro cis-masculino é o confessionário fétido de uma masculinidade que só consegue desejar sob a proteção da degradação

A quaestificação do debate público João Feres Júnior

O maior problema, do qual a “quaestificação” é o capítulo mais recente, é a deterioração do debate sobre os destinos do país no momento que deveria ser o mais propício a essa conversa coletiva: a antessala da eleição presidencial

O que o algoritmo aprendeu sobre o desejo? A violência contra pessoas LGBTQIAPN+ na era do capitalismo de dados

Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de doenças. Trinta anos depois, o que significa combater a LGBTQIAPN+fobia quando ela opera em sistemas automatizados invisíveis, administrados por corporações não eleitas e alimentados por dados cedidos sem plena consciência?

Dos Crimes de Maio ao Levante de Manguinhos: a insurgência das mães negras e o fortalecimento democrático Gabrielle Abreu

Há 20 anos, os chamados “Crimes de Maio” marcavam profundamente a lógica da segurança pública em São Paulo e a história da violência perpetrada pelo Estado no Brasil

O caso Cazarré, o desalento do povo brasileiro e a nostalgia masculina Bárbara Cristina Souza Barbosa

Qualquer uma que tenha assistido ao filme “Boi Neon”, dirigido por Gabriel Mascaro, testemunhou, com um aperto no peito, as últimas notícias sobre o curso idealizado por Juliano Cazarré, “O Farol e a Forja”

A vertigem do vertical: Microdramas e a colonização do instante Diorman Amaral

Como a fragmentação do audiovisual redesenha a experiência e dissolve a narrativa na cultura digital contemporânea

Lembrança verdadeira: dez anos do golpe e da mentira organizada contra Dilma Rousseff Jean Wyllys

Dez anos depois do golpe, o que está em jogo não é apenas a interpretação do processo que levou à queda de Dilma Rousseff. O que está em disputa é a própria natureza dos fatos

Umberto Eco e o silêncio programado Sérgio Mauro

À maneira de Dante, Umberto Eco foi homem do seu tempo, sempre indagando os motivos e as causas das crises políticas da sua época

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