Clarisse Escorel: “O romance é uma corrida de longa distância” Carolina Martins

Em entrevista à Cult, a autora fala sobre o processo de escrita de “O amor na sala escura” (Bazar do Tempo, 2026), os desafios de se aventurar no romance, suas inspirações literárias, os encontros e desencontros amorosos e a presença da capital carioca em sua obra

Recomendações da CSW70 mostram o quanto o Brasil ainda precisa enfrentar seu legado colonial Natália Carneiro

Entre 2003 e 2023, estimativas indicam que entre 2,7 mil e 3,4 mil mulheres foram resgatadas de condições análogas à escravidão no país

Minha avó se chamava Maria Camilo. Gênero & Misoginia | Bruna Camilo

Pela vó Maria. E por tantas outras Marias que viveram, resistiram e, muitas vezes, sofreram em silêncio. Pelas que ainda sofrem ou que não compreendem as violências que vivem. E pelas que seguem lutando hoje — porque nenhuma de nós começou do zero

“Pecadores”: o tempo, o corpo e o blues Duanne Ribeiro

A música como acesso à transcendência, os saberes do corpo, a perenidade do afeto e o choque entre eternidades no filme de vampiro recordista de indicações ao Oscar

Fabio Morábito: “Não me sinto mais estrangeiro do que qualquer outro escritor” Carolina Martins

Em “Idioma materno”, o poeta e prosador mexicano Fabio Morábito reúne 84 breves ensaios que transformam episódios cotidianos em reflexões sobre criação literária, a experiência da leitura e o papel da linguagem

Democracia totalitária, o musical Welington Andrade

Vigiada e punida é um excelente exercício de conversão de um corpo ferido em um corpo insubmisso, emancipado da violência que o procurou aniquilar

Rita Segato: “Violações contra mulheres são crimes políticos” Carolina Martins

Referência internacional nos estudos sobre violência de gênero, colonialidade e poder, Segato é autora de livros que se tornaram centrais no debate feminista

Nem toda pessoa trans tem um nome morto Isabella Miranda

Isabella me contempla hoje, mas já fui — e sou — Juliana, Milena, Micky e também Matheus. Todos esses nomes dizem um pouquinho de mim e me mostram que há sempre espaço para eu me reinventar. Meu nome civil, portanto, não está nada morto

Somos uma solidão Welington Andrade

O monólogo “Do lado de cá”, de Dieudonné Niangouna, é uma criação cênica na qual a concisão de sua duração (55 minutos) corresponde à intensidade de um lampejo

Humberto Werneck: “Não é impossível que nesse pós-Drummond algo me devolva à ficção” Redação

O livro de contos “Pequenos fantasmas”, de Humberto Werneck, publicado pela editora Seja Breve, foi um dos livros resenhados na Cult de março. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro

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