Do coração do Brasil para a biblioteca do mundo: II. Valendo-se de auxílios variados Felipe Franco Munhoz

Através de editais e/ou de esforços individuais isolados, em ações que acabam convergindo, poetas brasileiros chegam às livrarias dos Estados Unidos; este texto é o segundo de uma série sobre poesia brasileira publicada recentemente nos EUA

Do coração do Brasil para a biblioteca do mundo: III. A poesia que viaja de uma pessoa para a outra Felipe Franco Munhoz

Através de editais e/ou de esforços individuais isolados, em ações que acabam convergindo, poetas brasileiros chegam às livrarias dos Estados Unidos; este texto é o terceiro de uma série sobre poesia brasileira publicada recentemente nos EUA

Escrever para sobreviver: O luto autoficcional de Lilian Sais Luiz Rebinski

“As regras” não é sobre futebol; no livro, porém, o tema – sempre acusado de não ter protagonismo em nossa história literária – ganha um engenhoso lugar narrativo

Peças de um quebra-cabeça familiar Lívia Bueloni Gonçalves

“Antes que apague”, novo livro de Natalia Timerman, é um romance tocante que homenageia e confronta a literatura – enquanto tenta encontrar seu lugar dentro dela

Cannes 2026, dia 10: “Coward”, “Histoires de la Nuit” e “Histoires de la Nuit” Bruno Ghetti

Com “Coward”, o belga Lukas Dhont retorna ao tema da iniciação sexual, mas em outro período histórico – a Primeira Guerra Mundial – e com foco em jovens já adultos, mas sem experiência no campo sexo-afetivo.

O ato analítico como resistência à algoritmização dos afetos pela IA Douglas Rodrigues Barros

Se a inteligência artificial se tornou a terapeuta contemporânea, é porque vivemos numa época que prefere a adaptação ao sintoma à sua ruptura

O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico Cristian Arão e Nanci Nakamura

Ao adentrar o território da psicoterapia, a inteligência artificial não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?

Entre a voz e o sujeito: Por uma IA que fale em nosso nome Leandro Modolo e Samuel Galiego

Ao “colonizarem” afetos, tempo e atenção, as IAs corporativas não apenas exploram a subjetividade, como também recriam suas fronteiras psíquicas sob a lógica da vigilância e da produtividade

A IA é suficientemente boa? Fabrício Mesalira Marcelino e Jesiane Oliveira Sousa

pode ser animadora a possibilidade de, pela primeira vez, encontrar “alguém” dedicado a ouvir e responder – mesmo sendo esse interlocutor um robô bastante limitado

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