Nietszche e o absurdo da violência Ubiratan Brasil
Do cavalo nada sabemos, espetáculo solo interpretado pelo ator paulistano João Paulo Lorenzon, chega a São Paulo
A evolução da literatura brasileira Marcelino Freire
Em Os imortais, recém-publicado pela Fósforo, Paulliny Tort inova, arrisca e escapa das armadilhas do lugar-comum
O livro-móvel-arquivo de Paulo Henriques Britto Diana Junkes
Embora, publicado recentemente pela Companhia das Letras, reforça a potência e as escolhas temáticas de uma voz singular na poesia brasileira contemporânea
Férias no irreal Rodrigo Garcia Lopes
Eu sei, você fez o que deu. / Tudo agora – este nada – / é todo seu.
“Onde estão os nossos desaparecidos?” Victor Kutz
Exposição visa dar materialidade à memória através de práticas forenses
“Só é possível ser verdadeiramente revolucionário em pouquíssimos momentos da vida” Felipe Franco Munhoz fotos de Francisco proner
O cantor e compositor Silvio Rodríguez, ícone da música de Cuba, conversou com a Cult sobre seu trabalho artístico e o atual momento de seu país e do mundo
Formas mais justas, sustentáveis e compartilhadas de existência Guilherme Wisnik
A pergunta que orienta este dossiê se impõe com urgência: como pensar e construir cidades em um território ao mesmo tempo abundante em recursos naturais e profundamente marcado por desigualdades históricas?
Balneário Camboriú: “O Brasil que deu certo” Camila Alba
Balneário Camboriú é um produto nacional: onde a utopia da direita brasileira teria encontrado lugar para prosperar – é a “mini-Copacabana”, como foi conhecida, que se assemelha à praia carioca no que condiz a dimensão e perfil político
O parque Realengo como equipamento de transformação periférica Larissa Monteiro
Com as torres, embora controversas, Realengo deixou – de fato – de ser o bairro do massacre da Escola Tasso da Silveira. Hoje é o bairro do parque. É o bairro das torres
Canteiro vivo: A arquitetura participativa como trincheira e permanência na Amazônia Marcelo Rosenbaum
A verdadeira e definitiva transformação do território amazônico jamais brotará de grandes intervenções ou de projetos estéreis encomendados por escritórios alheios à pulsão da selva




