Os melhores livros de 2025

Com uma proposta de mapear os livros de maior impacto em 2025, a Cult convidou 40 especialistas, leitores experientes e profissionais, para indicarem os cinco títulos de que mais gostaram, publicados no Brasil.

As árvores longevas de Adélia Prado Ana Estaregui

O jardim das oliveiras foi a obra de poesia brasileira mais indicada entre “Os melhores livros de 2025” da Cult

O judô e o gato Thiago E

ao perder o equilíbrio tento ser o rolamento e o reflexo corretivo   dobro a espinha, giro o corpo eis a máxima eficiência com o mínimo de esforço   fiz da queda aterrissagem mãos e patas no caminho mas o da suavidade Thiago E., 39 anos, é poeta e músico, autor de Os gatos quando … Continue lendo “O judô e o gato”

Brasil: Nunca mais, 40 anos depois Victor Kutz

Entrevista com Camilo Vannuchi, autor de “Nunca Mais – Os Bastidores da Maior Denúncia Contra a Tortura já Feita no Brasil”

Bruno Gagliasso: “Os jovens precisam saber quem foi Honestino Guimarães” Miguel Barbieri

Gagliasso, que interpreta o estudante nas cenas recriadas, marcou presença no Fest Aruanda, em João Pessoa, no início de dezembro, para apresentar o longa-metragem e concedeu à Cult uma entrevista, onde falou também de política, dos filhos e do privilégio de ter tempo livre

“O livro vai fazendo suas próprias curvas” Victor Kutz

Errâncias e travessias de Fabiane Secches em Ilhas suspensas

Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto Jean Wyllys

O filme A natureza das coisas invisíveis, escrito e dirigido por Rafaela Camelo, poderia ser facilmente acomodado dentro de uma tradição já conhecida do realismo mágico latino-americano — tradição na qual a obra de Isabel Allende permanece como uma referência quase inevitável —, não apenas pela presença do “sobrenatural”, mas sobretudo pela recusa em tratá-lo … Continue lendo “Lutos invisíveis e o que há de inviável no luto”

“Evangelistão”: um Brasil rebatizado? Ponto de ebulição / Dirce e Fedra

Afinal, como diz a música da banda irlandesa U2 em uma de suas canções, “as bênçãos não são apenas para os que se ajoelham, felizmente”.

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