A provocação de um “incidente diplomático” em 1975 Marcelo Hoffman (Tradução de João Pedro Azevedo Lima)

Como exatamente Foucault acabou no centro de uma crise diplomática entre Brasil e França que também envolveu os Estados Unidos?

Foucault vermelho no Norte-Nordeste: Sol, prazer e contraconduta Regiane Lorenzetti Collares e Giovana C. Temple

A última jornada do pensador francês no Brasil foi marcada pela arte de uma inservidão voluntária, corroendo o foco e a centralidade das bases autoritárias de um governo ditatorial

Um resistente nos Estados Unidos João Camillo Penna

Em seu último momento, ele se interessa por um novo tipo de luta social, por formas de resistência e por novas formas comunitárias, que lhe vieram da experiência da cultura gay em San Francisco

Meu Foucault Antonio Negri

O filósofo e cientista político italiano explica como interpretou a obra do pensador francês e defende que o século 21 será foucaultiano

Foucault no Brasil: Itinerário de viagem Victor Kutz

Michel Foucault esteve no Brasil cinco vezes – entre 1965 e 1976. Em suas passagens, relacionou-se com pessoas e contextos diferentes em um país que se transformava rapidamente sob o arbítrio da ditadura. A seguir, algumas boas histórias vividas pelo filósofo

Para além da repressão e da confissão Duanne Ribeiro

Genealogias da sexualidade, novo lançamento da Ubu, traz outros meios de contato com temas decisivos em Foucault, os quais preservam seu caráter de desafio

Foucault segundo Birman

O psicanalista Joel Birman tinha menos de 30 anos quando se encontrou com Foucault pela primeira vez, em 1974, no Rio de Janeiro

Bê-a-bá foucaultiano Ernani Chaves

A ARQUEOLOGIA / GENEALOGIA Enquanto a arqueologia perguntava como determinados saberes foram constituídos, a genealogia perguntava por que tais saberes puderam aparecer. No primeiro caso, tratava-se de analisar as “formações discursivas”; no segundo, de compreender as relações entre saber e poder. ARQUIVO Utilizado em A arqueologia do saber (1969), o termo designa a coleção de … Continue lendo “Bê-a-bá foucaultiano”

A harpa fantasma Leonardo Sanches Previti

Através da bruma de teu delírio de ópio, tu escutas o discurso do Profeta que flutua no rio

A imaterialidade dos que não chegaram Victor Kutz

  Entre 22 de setembro e 25 de outubro, um barco de 32 metros ocupa o Sesc Pompeia. Ou quase. Em sua passagem por São Paulo, “O barco”, obra da escritora, artista e intelectual Grada Kilomba, não pode ser instalado por inteiro: o espaço que a abriga é três vezes menor do que aquele ocupado … Continue lendo “A imaterialidade dos que não chegaram”

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