Rorty: a andorinha solitária que faz verão
O “filósofo do contra” desafia o capitalismo e o socialismo, despreza a social democracia “domesticada” e busca uma autêntica terceira via: a “nova velha esquerda” Quando Trotsky foi assassinado, em 1940, o terror tomou conta da maioria daqueles estadunidenses que, permanecendo socialistas, haviam rompido com as diretrizes do Partido Comunista. Essas pessoas se viram encurraladas. … Continue lendo “Rorty: a andorinha solitária que faz verão”
Ousadia nos palcos
Com peças da Coreia do Sul, México e Dinamarca, 12ª edição do Cena Contemporânea aposta na diversidade estética e no diálogo com outras artes
Cibercultura punk
O “faça você mesmo” punk, nascido há três décadas, pode ser traduzido pelas três leis da cibercultura: emissão, conexão e reconfiguração. “A internet, o primeiro meio de comunicação de muitos para muitos, nos liberaria da tirania das mídias centralizadas e do consumismo rançoso que diz que somos meros receptores do que são os Grandes … Continue lendo “Cibercultura punk”
Criação in loco
Marília Kodic A arquitetura do Masp, projetado pela ítalo-brasileira Lina Bo Bardi em 1958, é a grande tela dos artistas que desembarcaram recentemente no Brasil para produzir a exposição De Dentro e De Fora, criada pela curadoria do evento – formada por Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta – como um grande site specific … Continue lendo “Criação in loco”
O impacto da solidão Francisco Maciel
Fidel Castro, as disputas na república das letras e a angústia da criação guiam García Márquez em direção a uma certeza: literatura é poder
Atualidade das Mitologias?
Os tempos mudaram e a História tomou uma forma assustadora. Os mitos não são mais o problema, a realidade sim Os textos reunidos sob o título de Mitologias têm meio século. São eles “atuais”? Poderíamos aumentar essa série, no mesmo tom e com o mesmo espírito? Em princípio, sim (com a condição de ter o … Continue lendo “Atualidade das Mitologias?”
Perverso e delicado
Poucos intérpretes chegaram tão perto do marquês de Sade quanto Roland Barthes. Há sempre algo de perverso nas leituras de Roland Barthes. Há sempre algo de desviante nas interpretações que ele oferece ao leitor. Tome-se, por exemplo, o livro Sade, Fourier, Loyola ao abordar o libertino, sua atenção recai, não na violência do desregramento … Continue lendo “Perverso e delicado”
Cinema silencioso
A quinta edição da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso homenageia o cineasta francês Georges Méliès (1861-1938), diretor de Cinderella (1899) e O Maravilhoso Leque Vivo (foto acima, 1904), entre outros. A projeção dos filmes será acompanhada de música ao vivo de grupos como a Jazz Sinfônica de Diadema. De 5 a 14/8, na Cinemateca Brasileira. … Continue lendo “Cinema silencioso”
Zero em comportamento
“A arrogância dos dominantes e a humilhação dos dominados foram combatidas na França com a escola pública”, diz a filósofa Olgária Matos. Num período em que as relações acadêmicas entre Brasil e França eram mais fortes, Olgária Matos, professora titular do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade … Continue lendo “Zero em comportamento”
Com o brilho do dólar
Saem os franceses e chegam os norte-americanos no processo de descoberta do mundo pela sociedade e cultura brasileiras. Os americanos celebraram o último 4 de julho com um foguetório parecido com o de sempre, menos por um detalhe. Um disparo abriu um buraco no cometa Tempel 1, a 134 milhões de quilômetros da órbita … Continue lendo “Com o brilho do dólar”





