O trabalho do ódio Silviano Santiago

A censura às artes e a repressão ao escritor decretadas por ditaduras são duas das formas mais exigentes de negação da necessidade de literatura e de afirmação da necessidade de informação

‘A personalidade autoritária’ hoje: por que o fascismo volta a fascinar? Douglas Garcia Alves Júnior

Adorno e os pesquisadores de Berkeley abriram caminhos para a consideração da mediação subjetiva do preconceito e do entusiasmo por regimes de força

Sob o céu de Junho Fábio Palácio

Junho de 2013 foi um movimento amplo, complexo e heterogêneo, que não pode ser compreendido em si mesmo, mas à luz de disputas mais amplas

Por que estamos parados? Gabriel Zacarias

Em meio à atual situação de instabilidade, convém uma reflexão sobre o imobilismo da esquerda perante a ameaça crescente de uma intervenção militar

A crítica radical de Maio de 1968 Gabriel Zacarias

Ambiguamente, podemos perceber o quanto permanecemos próximos e distantes do movimento de revolta de cinquenta anos atrás

Eu sei lá: nota sobre as forças selvagens da inteligência João Carlos Salles

Da dificuldade de estar no lugar do outro resulta a força negativa da expressão “Eu sei lá” – ao ‘eu’ associa-se o ‘aqui’, enquanto ao ‘ele’ se pegam o ‘ali’ e o ‘lá’

Bianca Dias e Francisco Bosco debatem o livro ‘A vítima tem sempre razão?’ Bianca Dias

A psicanalista Bianca Dias conversa com Francisco Bosco, autor do livro que tem gerado discussões sobre o papel e as contradições das militâncias

Nietzsche e a religião

Dossiê: As religiões não seriam manifestações essenciais das forças niilistas da decadência?

O mediador e a solidão

O filósofo Franklin Leopoldo e Silva mostra o significado que a Encarnação e o “escândalo” do Deus crucificado assumem na antropologia e na teologia do pensador francês Blaise Pascal Franklin Leopoldo e Silva Não há maior abandono do que estar exilado de sua própria essência. Que seja por um momento, viver esta situação é passar … Continue lendo “O mediador e a solidão”

As distopias de George Orwell Roberto de Sousa Causo

A obra do escritor inglês se insere na tradição da ficção científica distópica, representada por H.G. Wells, Ievguêni Zamiátin e Aldous Huxley, e dos “contos cautelares” que alertam para tendências políticas e sociais que podem se tornar catastróficas no futuro

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