Como dói o dedo na ferida! Alessandra Affortunati Martins

Qual o papel da branquitude de classe média e alta nas lutas de identidade das minorias sociais? A piedade não tem lugar nesta batalha.

Na contrarrevolução iliberal, o liberalismo nunca foi tão necessário Wilson Gomes

À esquerda e à direita, surgem concepções erradas acerca do liberalismo, gerando debates incompreensíveis, já que cada um fala de um liberalismo à sua moda.

Bolsonaro e o Neo-Mesmismo Tropical Fascista Antonio A. R. Ioris e Rafael R. Ioris

O governo Bolsonaro é um paradoxo por termos um presidente neo-populista destruindo direitos sociais e ambientais e liderando um regime autoritário.

A hora da boiada: a reforma neoliberal para tomar o Estado Além da lei

A pandemia revelou a necessidade do Estado para controlar crises, porém a reforma neoliberal ainda visa fazer do governo uma empresa.

Onde os ventos (do mar) se refugiam Nilson Oliveira

“O vento continua, todavia: dez vozes da poesia contemporânea em Belém”, organizado por Andreev Veiga, esquadrinha um tempo (do escrever) na enseada dos ventos e redemoinhos

Um texto pegando fogo: sobre um poema inédito de Ferreira Gullar Luiz Guilherme Ribeiro Barbosa

Poema inédito de Ferreira Gullar, que, em fevereiro de 1957, foi publicado no Jornal do Brasil, mas foi deixado de fora de todos os livros do poeta

Arcas de Babel: Guilherme Gontijo traduz hieróglifos egípcios Curadoria de Patrícia Lavelle

Guilherme Gontijo Flores, poeta, tradutor e professor da UFPR, traduz hieróglifos egípcios dos séculos XII e XI a. C.

Silêncio, vazio e arruaça Marcelo Reis de Mello

‘O Método da Exaustão’ propõe que os leitores se joguem ao aperto de mão que é o poema, mesmo que o livro se trate, pode-se dizer, de uma não-poesia.

A “política” que estupra tem filiação Davi Pessoa

Quais são as peças que armam hoje, no Brasil, um jogo nefasto de violências e perseguições contra mulheres e meninas?

Um dogmático no Itamaraty Fábio Palácio e Cristiano Capovilla

Chanceler quer livrar o “ser” das intempéries da “palavra”. Mas esquece que, desde os primórdios, a palavra é o instrumento da democracia por excelência

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