A poesia em tempos de terrorismos Alberto Pucheu

Com uma aposta infinitamente singular e sempre em vias de se fazer, a poesia estabelece seu lugar dos impasses mais dramáticos que vivemos

Leonardo Fróes e a bananeira Luiz Guilherme Barbosa

Um poema perdido de Leonardo Fróes, publicado em 1981 e esquecido por ele próprio

Nossa casa sem paredes André Monteiro

André Monteiro escreve sobre ‘Clínica de artista’, de Roberto Corrêa dos Santos, o homem que morava em uma casa sem paredes

O que pode fazer a correnteza Flavia Trocoli

O Houaiss nos deixa saber mais sobre aquela correnteza que arrasta e situa os poemas de Simone Brantes em um entre – fluxo de água que transita entre estar à tona e ir ao fundo, estar acordado e estar dormindo

Desde que seja leve  Tarso de Melo

Nunca de maneira óbvia, a poesia de Rubens Rodrigues Torres soube ser, sempre, a morada dos impasses que a filosofia enfrenta

Andara ou a Amazônia num grão de areia Maria João Cantinho

À maneira de um xamã, o escritor Vicente Franz Cecim acredita no poder mágico da linguagem que convoca os espíritos

‘Onçanta’, um totem Gustavo Silveira Ribeiro

Em reflexão sobre a figura da onça mítica xavante,o poeta e ensaísta Sérgio Medeiros medita sobre a potência de relatos que não podem ser domesticados

O choro triste da História Gustavo Silveira Ribeiro

O poeta Gontijo Flores, em seu livro “Tróiades – remix para o próximo milênio”, localiza nas tragédias clássicas “Tróiades”, “Hecuba” e “Troades” ecos e urgências do presente histórico, marcado por uma miríade incessante de violências e vítimas

Uma noiva assassina Cláudio Oliveira

Noiva é um livro assassino: matou o poeta que o escreveu. Às vezes, um poeta paga com a própria vida por ter escrito um livro.

Setembro

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