A família contra o Estado, ou da antipolítica Cláudio Oliveira

Na mistura entre família e política, os condenados nunca são os empresários ou as famílias. Como se a corrupção nascesse da própria política

Enterrando meus mortos com palavras Cláudio Oliveira

No novo livro de Simone Brantes, a vida não é apenas nosso caminho em direção à morte, mas também o modo como, nesse caminho, vamos enterrando nossos cadáveres para podermos viver






Entre o espiritual e o sexual: sobre alguns desenhos de Alex Cerveny Cláudio Oliveira

O trabalho do artista brasileiro não se atém apenas à produção de imagens, mas também à escrita, à palavra, à narrativa






Da intraduzibilidade como política Cláudio Oliveira

A exposição “Após Babel, Traduzir”, com curadoria da filósofa Barbara Cassin, busca demonstrar, em imagens e objetos, toda a reflexão desenvolvida por Barbara Cassin, ao longo dos últimos anos, sobre a prática da tradução






Uma noiva assassina Alberto Pucheu

Noiva é um livro assassino: matou o poeta que o escreveu. Às vezes, um poeta paga com a própria vida por ter escrito um livro.






Franceses que não são franceses, ou como se tornar mais otimista Cláudio Oliveira

O documentário Swagger, de Olivier Babinet, trata da experiência de ser e não ser francês na França. Mas é possível resumir o filme a isso: falar com outras pessoas pode nos tornar mais otimistas






Em Paris, as noites são ‘fauves’ Cláudio Oliveira

Em Paris, as noites são… Sim, como traduzir o termo fauves que aparece no título deste texto?






Já podemos falar dos nossos traumas?

Documentário “Simonal – Ninguém sabe o duro que dei” traça um diagnóstico sobre os dois maiores traumas que constituem a nossa história: a escravidão e a ditadura militar






Edição do mês

Edições anteriores

Busca de Edições