O mal dito das partes Herivelto P. Souza

Lyotard insiste no mal dito que os signos produzem ao buscar falar das partes enquanto tais, na medida em que permanecem esfaceladas e ainda atravessadas pela libido

Um dos efeitos da leitura de Freud: Lyotard, um economista libidinal Ronaldo Manzi

Lyotard escreve sob o ponto de vista de quem está no fluxo da pulsão e sabe que qualquer apreensão conceitual desse fluxo é apenas momentânea e parcial

“Lyotard é o filósofo da despossessão” Rafael Gargano

Matemático e professor de filosofia das ciências, lógica e epistemologia na Universidade Paris X, Jean-Michel Salanskis realça a contribuição de Jean-François Lyotard para além dos estudos de estética, pelos quais se tornou conhecido.

Economia libidinal e a recusa ao antropocentrismo Mariana Ruiz Bertucci Schmitt

A vivacidade e a fertilidade da bibliografia de Lyotard talvez estejam nisto: na relação incompossível – para já usar uma palavra “pagã” sua – entre o sofista e o filósofo

Jean-François Lyotard: itinerário de leitura Rafael Gargano

Seleção comentada das obras de Jean-François Lyotard

Apresentação | Um conceito em disputa: com quantas teorias se faz o gênero? Berenice Bento e Helena Vieira

A senhora cis e a jovem trans se encontram e acreditam na força da promessa da escuta e da crítica como fertilizante que permitirá a emergência de outro mundo

A aspiração de liberdade do conceito de gênero Clara Rodrigues

Feministas transexcludentes obliteram, de um só golpe, o fato de que somos todos pessoas em transição permanente de gênero

As perspectivas (trans)feministas e as disputas pelo gênero na educação Maria Clara Araújo dos Passos e Cláudia Pereira Vianna

O lugar da identidade de gênero nas políticas educacionais deve ser compreendido como um espaço de luta permanente

(Con)fabulações transcestrais e(m) arquivos contra a natureza Vi Grunvald

Se a ancestralidade é formadora de socialidade comum a partir de um passado compartilhado, a transcestralidade implica uma outra forma de forjar essa relação na re(con)figuração da própria memória coletiva

Feminismos negros e suas potências Berenice Bento e Helena Vieira

Uma conversa com a antropóloga Fátima Lima, Professora Associada do Centro Multidisciplinar da UFRJ – Macaé e coordenadora do grupo de pesquisa Orí/CNPQ

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