Resultados para: walter benjamin

Subjetividade como capital na era do capitalismo mental Marcia Tiburi

O fetiche da mercadoria nada mais é do que esse espírito que paira sobre a mercadoria, dando a ela a aura espiritual de que ela precisa para ser cultuada

Ver e não ver a catástrofe: Notas sobre a fragmentação Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky

Living under the rubble. Sem metáfora. A vida é bombardeada, e os restos mortais espalhados, há corpos nos escombros. A arqueologia do horror e o presente aqui não são hipérboles. Os azulejos de Adriana Varejão são impossíveis depois das cenas de Gaza

Abjeção: A construção histórica do racismo – Introdução aberta Berenice Bento

Não se trata apenas da exclusão de pessoas negras como indivíduos, mas de uma população que é observada sob o signo do abjeto.

Schopenhauer, Borges e Guimarães: Diálogos interculturais Caio Liudvik

Borges tinha dileção pelos metafísicos que pensam de maneira contraintuitiva como Schopenhauer. O seu “programa fantástico-idealista” tem esse mesmo espírito: a “irrealidade”

O riso de Odradek: Aprender a ler, rir e se desesperar com Kafka Tomaz Amorim

Parece absurdo escrever isso, mas o humor kafkiano é leve justamente em relação à absurdidade da vida

A ilusão melancólica Welington Andrade

A Armazém Companhia de Teatro resolveu tocar o dedo na putrefação de um cadáver ilustre, fazendo do teatro do Sesc Santo Amaro uma espécie de cova aberta, a partir da qual é possível olhar verticalmente o tempo

A aspiração de liberdade do conceito de gênero Clara Rodrigues

Feministas transexcludentes obliteram, de um só golpe, o fato de que somos todos pessoas em transição permanente de gênero

Zona de interesse ou do terror Waldomiro J. Silva Filho

“Zona de Interesse” é um filme de terror. O mais brutal entre todos os filmes de terror. No passado, os filmes de terror eram assim, não víamos o monstro, não éramos tomados pelo banho de sangue.

Marx e o idioma da mercadoria Alessandra Affortunati Martins

A mercadoria mostra sua faceta mais complexa no ponto exato em que quase perde seu caráter material para adquirir elementos metafísicos. Nesse lugar aparentemente vazio de materialidade, a mercadoria ganha poderes e dimensões sobrenaturais

Algumas reflexões sobre Lacan e o corpo feminino pós-patriarcado Marcelo Veras

A moda prova, por meio dos contornos dos tecidos, que o corpo é um objeto-forma e sua conformação imaginária depende dos elementos inorgânicos nele investidos. A menção ao inorgânico é um modo de pôr em relevo a experiência do corpo para além da referência ao falo. O sex appeal do inorgânico pensa o corpo como um “dar-se como coisa que sente e agarrar uma coisa que sente”.

Setembro

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