Resultados para: walter benjamin

Meu brinquedo: nada machuca, nem cansa Marília Velano

mulheres adultas voltaram a brincar de boneca, homens adultos jogando vídeo game e crianças usando o celular

Fundo é o poço do passado Carolina Azevedo

Com “José e seus irmãos”, tetralogia reeditada neste ano, Thomas Mann buscou tirar a religião das mãos do fascismo e amoldá-la à esfera humana

“Um palco para as contradições de nossa ordem social” Welington Andrade

Mudam-se os tempos, é inegável, mas a vontade de o teatro contemporâneo se opor ao intensivo ritmo de precarização da vida a que vimos nos submetendo parece a mesma de um século atrás – daí talvez a necessidade de a comédia de teatro épico “Um homem é um homem” ter se convertido na ópera-samba-cabaré “Gente é gente?!”

“Melancolias, mercadorias espreitam-me”: Performatividade e sofrimento Victor Palomo

A alma mercadológica faz do sujeito um polichinelo sobre uma corda esticada entre a ilusão e a lancinante desilusão

Ginecropolítica Marcia Tiburi

Feminicídio e cálculo do poder patriarcal sobre a vida das mulheres

O poema em prosa de Cruz e Sousa: Satanismo e escravidão Simone Rossinetti Rufinoni

Os desvalidos no Brasil eram os escravizados e, por extensão, toda a massa de negros. Esta peculiaridade incide esteticamente sobre a obra do poeta

Maria Lúcia Alvim, uma poeta sem geração Patrícia Lavelle

Resenha de Maria Lúcia Alvim, Poesia reunida (Relicário, 2024)

Introdução Rose Gurski

Para pensarmos em uma alternativa que se apresente com a força libidinal necessária a fim de enfrentar os efeitos da colonização do inconsciente, conforme sublinha Fisher, evocamos a noção de oniropolítica

“O futuro não é mais como era antigamente” Aléxia Bretas

É preciso abandonar a própria ordem temporal de passado-presente-futuro para interromper o continuum dos opressores preservado e transmitido por uma cultura hegemônica alheia à barbárie da qual se mostra indissociável

Habitar a linguagem: A influência surrealista pós-Freud Juliana Labatut Portilho

A leitura de Lacan nos conduz a muitos lugares possíveis de compreensão, se volta para uma ordem-desordem transgressiva da palavra e possibilita uma transgressão na comunicação

Setembro

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