Resultados para: walter benjamin

Derrida e a língua do outro Olgária Matos

A filosofia é a ciência primeira No ensaio “Violência e Metafísica”, dedicado a um debate com o filósofo Emmanuel Lévinas, Derrida revisita Ulisses, de Joyce, reavendo a questão: “Nós somos gregos? Nós somos judeus? Mas quem, nós? Somos primeiro judeus ou primeiro gregos?”. Se para um “judeu grego” como Walter Benjamin, o messianismo e, portanto, … Continue lendo “Derrida e a língua do outro”

Uma dialética do especulativo e do concreto Ricardo Musse

Em Adorno, esses dois momentos encontram-se tensionados entre o universal e a concreção histórica característica da singularidade

Expressão e constelação: elementos estéticos na ‘Dialética negativa’ Rodrigo Duarte

Para Adorno, a dialética negativa deveria conservar e desenvolver o momento lúdico, que a cientifização do pensamento cada vez mais proscreve

Por um teatro que coloque o mal em cena Alexandre Dal Farra

Não me interessa tanto um teatro que mostre como o mundo deveria ser, mas sim que possibilite que olhemos justamente para o que o ele não deveria ser (mas ainda é)

A fantasmagoria do branco Welington Andrade

O teatro como meio privilegiado para discutir racismo, branquitude, hierarquia social e poder

Andara ou a Amazônia num grão de areia Maria João Cantinho

À maneira de um xamã, o escritor Vicente Franz Cecim acredita no poder mágico da linguagem que convoca os espíritos

“Não estar também é uma forma de presença” Welington Andrade

“Branco: o cheiro do lírio e do formol” é uma experiência que converte fantasia em fantasmagoria. Que terrifica o excesso de diz-que-diz das prosas que, cotidianamente, nos são vendidas como verdades

O choro triste da História Gustavo Silveira Ribeiro

O poeta Gontijo Flores, em seu livro “Tróiades – remix para o próximo milênio”, localiza nas tragédias clássicas “Tróiades”, “Hecuba” e “Troades” ecos e urgências do presente histórico, marcado por uma miríade incessante de violências e vítimas

“Estamos ainda diante de um ambiente refratário à presença feminina” Paulo Henrique Pompermaier

Academia Brasileira de Letras prepara homenagem a uma de suas fundadoras, Júlia Lopes de Almeida. A escritora nunca chegou a ocupar uma Cadeira na instituição, que elegeu apenas oito mulheres em 120 anos

Meus pais, meu país Cláudio Oliveira

A minha história sempre foi para mim inseparável da história do meu país.

Setembro

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