Por um teatro que coloque o mal em cena

Por um teatro que coloque o mal em cena
Cena do espetáculo 'Branco, o cheiro do lírio e do formol', de Alexandre Dal Farra (Foto: Bob Sousa)

(1) Comentário

  1. mais uma vez, o espaço é cedido pra quem já tem palanque continuar a narrativa do “gênio incompreendido”, ao invés de ser oferecido àqueles que são, mais uma vez, silenciados e invisibilizados, ao se tornarem objeto de discussão, tendo sua capacidade de falar por si deslegitimada. sim, o artigo se pretende ir além da “polêmica” envolvendo “Branco”. mas negar que ele serve de instrumento de justificação do autor e cia em relação à peça, é fingir cegueira. esse espaço deveria ter sido cedido àqueles, muitos, que estão a fazer o contraponto dessa narrativa que essa coluna vem solidificar.

Deixe o seu comentário

Setembro

TV Cult