Dossiê | Hilda Hilst, um unicórnio na literatura brasileira

Dossiê | Hilda Hilst, um unicórnio na literatura brasileira
  Neste dossiê sobre a vida e a obra de Hilda Hilst, Eliane Robert Moraes escreve sobre as diferentes fases da produção da poeta jauense, que em seus escritos "equipara a experiência mais prosaica do ser humano à sua imagem mais idealizada, fazendo coincidir o imanente e o transcendente". O erotismo, a escatologia, o grotesco e o humor desconcertante e cruel sempre estiveram presentes na ficção, no teatro e nas crônicas da autora, e é sobre essa multiplicidade que se debruça a escritora, jornalista e editora Leusa Araujo. O escritor Bruno Zeni relembra uma entrevista feita com Hilda para a Revista CULT há vinte anos, na Casa do Sol. "Ela incorporou o dr. Fritz, um médico que falava com sotaque alemão nos textos escritos para o jornal", escreve. Crítico teatral, Welington Andrade retoma a obra dramatúrgica de Hilda Hilst, composta de oito peças escritas entre 1967 e 1969. A interlocução de Hilda com a obra de Mora Fuentes é marcante. Esta relação, que transcendeu o corpo e fecundou a literatura de ambos, é assunto do texto do jornalista Leandro Carlos Esteves. Presidente do Instituto Hilda Hilst, Daniel Esteves escreve sobre a gestão do duplo legado da autora, a Casa do Sol e os direitos autorais. > Assine a CULT digital e leia na íntegra todos os textos da edição 233 > Compre a edição 233 em nossa loja online

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