André Santa Rosa: Poesia entre passado e presente Victor Kutz
Ao utilizar experimentalismos formais e miradas políticas sobre a história, Praia esgarçada alegria conduz o leitor por um campo multidisciplinar e muito frutífero da poesia contemporânea – estabelecendo diálogos com a fotografia e as artes visuais
Kauê Lopes dos Santos analisa a precariedade e a modernidade Victor Kutz
Publicado pela editora Fósforo, o livro “Parcelado: Dinâmicas de consumo na periferia”, de Kauê Lopes dos Santos, analisa o endividamento como elemento estruturante da dinâmica de consumo na sociedade brasileira
Elvia Bezerra: “Se o próprio Bandeira reconheceu a importância que essa rua teve na sua vida, não devemos ignorá-la” Carolina Martins
“A Trinca do Curvelo: Os afetos de Manuel Bandeira”, de Elvia Bezerra, foi um dos livros resenhados na Cult de abril. A equipe da Cult conversou com a autora sobre o livro
Excertos de romance, por Mia Couto – a convite da Cult Mia Couto
Digo “caixão” e logo me arrependo. Onde deitei a minha criança foi numa caixa de sapatos. O menino enroscou-se como se fosse o seu primeiro berço
O primado dos afetos José Castello
Em “A trinca do Curvelo”, Elvia Bezerra mostra como Nise da Silveira, Manuel Bandeira e Rui Ribeiro Couto encontraram no morro do Curvelo a paisagem ideal para lidar com a poesia do humano
A rebelião pela delicadeza Robson Viturino
No romance “Ilhas suspensas”, estreia de Fabiane Secches no gênero, corpos, ideias e vínculos afetivos surgem emaranhados em voz narrativa sensível – evocando uma ética para além do humano
Umberto Eco e o silêncio programado Sérgio Mauro
À maneira de Dante, Umberto Eco foi homem do seu tempo, sempre indagando os motivos e as causas das crises políticas da sua época
Clarisse Escorel: “O romance é uma corrida de longa distância” Carolina Martins
Em entrevista à Cult, a autora fala sobre o processo de escrita de “O amor na sala escura” (Bazar do Tempo, 2026), os desafios de se aventurar no romance, suas inspirações literárias, os encontros e desencontros amorosos e a presença da capital carioca em sua obra
Fabio Morábito: “Não me sinto mais estrangeiro do que qualquer outro escritor” Carolina Martins
Em “Idioma materno”, o poeta e prosador mexicano Fabio Morábito reúne 84 breves ensaios que transformam episódios cotidianos em reflexões sobre criação literária, a experiência da leitura e o papel da linguagem





