Fabio Morábito: “Não me sinto mais estrangeiro do que qualquer outro escritor” Carolina Martins

Em “Idioma materno”, o poeta e prosador mexicano Fabio Morábito reúne 84 breves ensaios que transformam episódios cotidianos em reflexões sobre criação literária, a experiência da leitura e o papel da linguagem

Rita Segato: “Violações contra mulheres são crimes políticos” Carolina Martins

Referência internacional nos estudos sobre violência de gênero, colonialidade e poder, Segato é autora de livros que se tornaram centrais no debate feminista

Humberto Werneck: “Não é impossível que nesse pós-Drummond algo me devolva à ficção” Redação

O livro de contos “Pequenos fantasmas”, de Humberto Werneck, publicado pela editora Seja Breve, foi um dos livros resenhados na Cult de março. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro

Wittgenstein e os limites da literatura contemporânea Marcelo Ariel

O escritor Marcelo Ariel comenta dois lançamentos recentes do filósofo austríaco-britânico Ludwig Wittgenstein

Ney Anderson: “Recife é a cidade mais assombrada do Brasil. Só consigo escrever tendo o Recife como epicentro da loucura e do incômodo” Carolina C. Sena (estagiária)

O livro de contos Apocalipse todo dia, de Ney Anderson, publicado pela editora Patuá – foi um dos livros resenhados na Cult de março. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro

Três poemas, por Ana Martins Marques – a convite da Cult Ana Martins Marques

um pássaro entrou louco pela janela e saiu / antes da palavra pássaro

É apocalipse, é todo dia, mas é lindo Ricardo Ramos Filho

Os contos de Ney Anderson – escritor com muitos recursos – surpreendem pelo lirismo, pela crueza ferina, pela raiva, pelo ódio do universo trazido por tantas vidas severinas

Para dentro das janelas Nara Vidal

Em “Pequenos fantasmas”, que acaba de ser publicado pela Seja Breve, Humberto Werneck expõe o tempo sigiloso de seus primeiros contos

Alberto Martins: “A invenção nunca é pura” redação

O livro de poemas “Boris e Marina”, de Alberto Martins, publicado pela editora Companhia das Letras, foi um dos livros resenhados na Cult de fevereiro. A equipe da Cult conversou com o autor sobre o livro

Julia Barandier: “O que eu queria era o jogo de borrar as linhas entre ficção e realidade” redação

O romance “Consigo inventar tudo”, segundo livro de Julia Barandier, publicado pela editora Diadorim – foi um dos livros resenhados na Cult de fevereiro. A equipe da Cult conversou com a autora sobre o livro

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