Poiesis, pharmakon Tarso de Melo
A poesia é um remédio? Por quê? Para quê? Para quem?
Notícias de outras ilhas: Annita Costa Malufe Redação
Poetas, escritores, críticos, editores e tradutores sugerem leituras para abrandar o peso do noticiário no período da quarentena
Zeladora de memórias Fabíola Padilha
O recado de Bernardo Kucinski em seu novo livro, ‘Júlia: nos campos conflagrados do senhor’ (Alameda Editorial)
Espaço negativo Lugar de Fala
“Em uma das noites de insônia, pensando nas consequências da “gripezinha”, me peguei me perguntando o que fazia de mim, eu”
Patriota Lugar de Fala
“Nos dias seguintes Boris sentiu dores de cabeça, coriza e um pouquinho de dificuldade na respiração. Mas não deve ser nada”
Molto vivace Lugar de Fala
“Aonde vai/ o tempo que não passei como gostaria?/ o sonho interrompido pelo abrir de olhos?/ o grito não emitido?”
A pandemia bolsonarista e o desprezo pela ciência Lugar de Fala
“O peculiar negacionismo bolsonarista precisou virar questão de saúde pública para que fosse tratado com a devida seriedade”
Reflexões em tempos de cegueira Lugar de Fala
“O que restará do que ficou antes da quarentena, de um vírus que nos provou que não somos quem pensávamos ser e que nos colocou reféns do seu poder?”
2020, o ano da peste (beijo aflito) Lugar de Fala
“Qualquer linha de diário que se escreva nestes dias soará no futuro como os ‘diários da peste’ medievais. Aquele desalento beirando o pânico geral”
Imersão Lugar de Fala
“Estava somente sob efeito da quarentena. Delirando sozinha em frente ao computador”





