Novas formas de contar e a pulsante paisagem sonora em “Carlabê” Ana Lima Cecilio
Ruidoso como o centro de São Paulo, o romance de Isabela Noronha deixa a sensação gritante de que sempre há mais por trás da paisagem humana cotidiana
Ordem e desordem na poesia de Agustoni Dirce Waltrick do Amarante
Prisca Agustoni parece dialogar com Lispector quando escreve que deseja “ser floresta/ apesar da rigidez dos ossos// e verdejar o mundo/ nem que seja na linguagem”.
Os estranhos e maravilhosos frutos de uma árvore chamada Evandro Affonso Ferreira Marcelo Ariel
Em “Vez em quando, Billie Holiday”, de .Evandro Affonso Ferreira, as pedras de toque da filosofia se convertem em sementes que brotam de uma árvore frondosa que cresceu no árido da Litterae Brasilianae chamada João Guimarães Rosa
A morte da carne, da memória e da verdade Aurora Bernardini
Já que não é possível voltar ao passado e (tanto menos) remediá-lo, que fique ao menos lembrado, que se torne poesia, que se torne História
O reino da doença Fernanda Bastos
A doença como condição, tema de Casa de família, se desdobra na enfermidade como metáfora
Das placas tectônicas às folhas de papel e mais Carolina Azevedo, Felipe Franco Munhoz e Victor Kutz
Um giro por recentes destaques do circuito literário
Pluralidade em Nova York e Assassinato em Buenos Aires Felipe Franco Munhoz
Autores e livros inéditos no Brasil, por Felipe Franco Munhoz
Depois de tudo, ainda é sobre a minha mãe: “No muro da nossa casa”, de Ana Kiffer Danielle Magalhães
Dar corpo, aqui, significa inventar um corpo, falar com os pedaços, falar aos pedaços, deixar que os pedaços falem
O que nos diz a farmacopeia de Labatut? Pedro Pennycook
A obra de Labatut atualiza o “vírus borgeano” de outra maneira que não a de Bolaño: a coragem para não só descentrar sua narrativa, mas abandonar a própria estrutura psicológica do que significa ser protagonista
“Cada galáxia guardada na memória” Danilo Bueno
Em “Neste momento”, de André Dick, coloca-se em destaque a luta entre a grafia e o tempo, entre o que se escreveu e a duração nas paredes (da memória): o poeta explora os limites da escrita sem perder de vista os paradoxos temporais entre este momento e tantos outros que poderiam ter sido escritos





