Grandes sertões – dois pontos! – travessias Felipe Franco Munhoz e Victor Kutz
O alemão Berthold Zilly e a australiana Alison Entrekin estão a poucos passos de concluir longas travessias: serão publicadas, enfim, suas versões de um dos nossos romances mais inventivos e consagrados: “Grande sertão: veredas”, de João Guimarães Rosa
Caminhos do sertão no mundo árabe Felipe Franco Munhoz
Said Benabdelouahed, tradutor de “Grande sertão: veredas” para o árabe (publicado em 2024), fala sobre seu processo de trabalho, as complexidades e a importância do romance de Rosa
Árduo trabalho de investigação Victor Kutz
A Cult conversa com Leonencio Nossa sobre o recém-lançado “João Guimarães Rosa: Biografia”
Novo e fulminante Carla Bessa
Com absoluto domínio da economia da escrita, Maria Fernanda Maglio constrói no romance “Lá é o tempo” uma narrativa galopante e magnética
A era fascista Tiago Ferro
Ao articular análise social, economia libidinal e forma ensaística, Vladimir Safatle produz não apenas uma interpretação do presente, mas uma reflexão sobre os próprios limites da crítica contemporânea
É apocalipse, é todo dia, mas é lindo Ricardo Ramos Filho
Os contos de Ney Anderson – escritor com muitos recursos – surpreendem pelo lirismo, pela crueza ferina, pela raiva, pelo ódio do universo trazido por tantas vidas severinas
Para dentro das janelas Nara Vidal
Em “Pequenos fantasmas”, que acaba de ser publicado pela Seja Breve, Humberto Werneck expõe o tempo sigiloso de seus primeiros contos
O “apocalipse” em nosso próprio quintal cristhiano aguiar
Em seu romance de estreia, L. K. Nogueira trabalha com a premissa absurda de Brasília como a única cidade viva no planeta Terra – em forma romanesca não convencional
De uma correspondência histórica para a poesia de Alberto Martins Aurora Fornoni Bernardini
Alberto Martins parte da correspondência real entre Boris Pasternak, Marina Tsvetáieva e Rainer Maria Rilke para construir seu novo livro de poemas
A invenção de Barandier Adriano Lobão Aragão
Com aspectos autobiográficos e exercícios metalinguísticos, Julia Barandier constrói uma ficção fragmentária e coesa





