O “apocalipse” em nosso próprio quintal cristhiano aguiar

Em seu romance de estreia, L. K. Nogueira trabalha com a premissa absurda de Brasília como a única cidade viva no planeta Terra – em forma romanesca não convencional

De uma correspondência histórica para a poesia de Alberto Martins Aurora Fornoni Bernardini

Alberto Martins parte da correspondência real entre Boris Pasternak, Marina Tsvetáieva e Rainer Maria Rilke para construir seu novo livro de poemas

A invenção de Barandier Adriano Lobão Aragão

Com aspectos autobiográficos e exercícios metalinguísticos, Julia Barandier constrói uma ficção fragmentária e coesa

As árvores longevas de Adélia Prado Ana Estaregui

O jardim das oliveiras foi a obra de poesia brasileira mais indicada entre “Os melhores livros de 2025” da Cult

Trauma e superação em Caminho para o grito Ana Luiza Rigueto

m Caminho para o grito, a mistura entre vida e obra se resolve na ambiguidade do texto poético – é literatura e é vida.

Efabular histórias e recriar vidas Jorge Vicente Valentim

Romance explora as potencialidades arquiteturais e estruturais da ficção, além de compor um mosaico de sensibilidades e facetas da condição feminina

Crítica e celebração de Mark Twain Ubiratan Brasil

“Para mim, que fui um adolescente negro nos Estados Unidos, a representação de Jim, o homem escravizado, era problemática, assim como o uso da palavra ‘nigger’

De Jean para Jean Jean Wyllys

Escrevo para reconhecer no teu gesto aquilo que já estava em mim e que estará, espero, em outros depois de nós

Os tempos do mundo Michaela Schmaedel

No caminho pela simplicidade na forma de poemas de ideias complexas, não é por acaso que Lisboa, quando busca inspiração para seu trabalho poético, recorre a Bandeira, Drummond e Bashô

O coração selvagem de Marilene Felinto Luiz Rebinski

O retorno ao romance da escritora pernambucana cuja obra “endureceu, sem perder a ternura”

Fevereiro

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