A memória que brilha por reflexo Welington Andrade

Ou “O que certo teatro musical feito no Brasil atualmente poderia aprender com uma cantoria como essa”

A tradição do simpósio grotesco Welington Andrade

Zé Celso imprime a “O banquete”, de Platão, as marcas de uma nutrição política e estética cada vez mais rara na mesa do brasileiro

A embriaguez da liberdade trágica Welington Andrade

Espetáculo-solo de Cacá Carvalho explora o estado de arrebatamento luciferino que a palavra instaura na obra de Dostoiévski

No reino da “Falavra” Welington Andrade

Ledores no breu constitui um pequeno tratado poético sobre o mundo da leitura e dos dele excluídos

O teatro como “logos” do teatro Welington Andrade

CCSP abriga uma experiência cênica de confrontação da inteligência e da sensibilidade domesticadas

Insubmissas e perplexas Welington Andrade

Peça de Oswaldo Mendes trata do universo masculino da ciência e do princípio noturno-feminino que rege o pensamento originário

Teatro, cerimônia e ritual Welington Andrade

Uma dramaturgia em que “nada é dito e tudo insinuado” merece ser conhecida em SP

O rosário da crítica para a meditação dos mistérios Welington Andrade

Na adaptação de “O santeiro do Mangue”, de Oswald de Andrade, Zé Celso e os argonautas do Oficina navegam da lama ao cosmo

As Benevolentes: da literatura ao teatro Welington Andrade

Leia os textos de Flávio Ricardo Vassoler, sobre o romance de Jonathan Littell, e de Welington Andrade, sobre a adaptação da obra para o teatro.

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