Resultados para: marx

Sublimar é um ato de criação? Alessandra Affortunati Martins

Caberia engendrar um conceito psicanalítico avesso aos processos sublimatórios, um conceito que descodificasse o modelo esvaziado e abstrato fálico-anal

dossiê | Por que zapatismo? Mariana Lacerda e Peter Pál Pelbart

Como o levante indígena surgido no México pode revolucionar o capitalismo e influenciar movimentos sociais no Brasil

Luta e/é transformação Jean Tible

Tornar-se montanha. Quem puxa, provoca, põe em movimento: podemos situar nesses termos as lutas-criações ameríndias

Onde está Olavo de Carvalho? Júlio Canhada

Com Olavo não há o “direito à diferença” e o que deveria ser o mais próprio da liberdade proporcionada pela filosofia: a alegria da diferença

Dois problemas democráticos da política identitária

Os identitários da direita nos ajudam a investigar, de modo menos benevolente, o que esses movimentos realmente produzem e o valor democrático de seus métodos e premissas

O sentido das repetições históricas Vladimir Safatle

A eleição de Gabriel Boric é o aprofundamento da mesma via chilena de cinquenta anos atrás, quando da experiência do governo de Salvador Allende, entre 1970 e 1973

Negacionistas: céticos ou crentes? Reviravoltas de encantamento e desencantamento

Muito se ilude quem se considera inteiramente desencantado, ou encantado. Somos fruto da estranha geleia geral de magia e niilismo

Giberto Braga: a Globo e o artista I Tales Ab'Sáber

Era grande a complexidade social do folhetim de Braga, que alcançava com nitidez, em muitas linhas de fuga, a crítica social das violências marcadas de classe no Brasil contemporâneo

Da leveza e da amargura: “A piada judaica”, de Devorah Baum, e outros lançamentos Valentina Cantori

Baum reflete também sobre o poder do cômico, que, em diversos casos, se torna a linguagem mais adequada para falar de assuntos trágicos, constituindo o gênero que melhor se aproxima da representação do absurdo, do impossível, do indizível

Kafka, a ruína do símbolo Artur de Vargas Giorgi

Como um comentário sem fim, os textos de Kafka se estendem como um denso véu que trama e enfim expõe um sentido sempre em falta

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