Resultados para: freud
O bebê reborn e a falsolatria: um sintoma do presente e um presságio do futuro Jean Wyllys
O bebê reborn, ao ser inserido em enredos performados por seus donos nas mídias sociais, revela-se não só como fetiche, mas também como prenúncio de um futuro em que a alteridade será domesticada, neutralizada ou anulada
Tati Bernardi: de boba da corte a escritora trágica Alessandra Affortunati Martins
Qual é a relação entre o bobo da corte e o Belo? Em A boba da corte (Todavia, 2025), Tati Bernardi a revela em várias partes.
Apresentação Marília Moschkovich
Na matriz simbólica ocidental, os conceitos de natureza, mulher, mãe, parto e gestação aparecem atrelados uns aos outros
A Lésbica não existe. Inventa. Ex-siste. Anna Cecília Fernandes, Barbara Cristina Souza Barbosa, Flávia Ripoli Martins e Joana Manassés Penteado
Teria o discurso lésbico algo a dizer à psicanálise?
“Parthenope”: imagem, mito e inconsciente no cinema de Sorrentino Fabiane Secches
Nomeada como a sereia grega que, segundo a lenda, teria fundado Nápoles ao morrer nas margens da cidade, Partênope não é uma heroína no sentido clássico. Ela é aquilo que o mito preserva: um enigma.
Não existe o filho dos outros Marília Velano
O fenômeno da duplicação não é uma invenção da máquina virtual. Ele está presente no imaginário da cultura há muito tempo. Está presente na própria forma de pensar, no sentido em que o ato de pensar constitui um “diálogo entre eu e eu mesmo”
Violência de gênero em uma perspectiva indígena Geni Núñez
Não é preciso um grande esforço para reconhecer e respeitar a diversidade de outras existências quando as cosmogonias que nos inspiram já não são terraplanistas nem têm fé em monoculturas
Esboço de uma psicanálise da violência de gênero e do trauma psíquico Daniel Kupermann
O problema civilizatório, atualmente, é menos o de uma universal repressão pulsional do que o da violência social e política generalizada
Toda mulher merece amar outra mulher Patrícia Mafra de Amorim
Romper a normativa da misoginia implica se aventurar no desconhecido, na autorização da exploração dos nossos próprios corpos e afetos, mas com a chance de se reconhecer
Big techs e a organicidade da vida Alessandra Affortunati Martins
Seria ingenuidade seguir com as mesmas estratégias, como se nada tivesse mudado nas bases em que depositamos nossas expressões, manifestações e formas de gozo nas redes





