Resultados para: freud
O convite do sexo lésbico: Uma travessia entre fronteiras Bárbara Cristina Souza Barbosa, Luísa Bergara de Souza e Oli Brun
O silenciamento não incomum de lésbicas sobre suas modalidades sexuais no divã analítico
Filosofia e saúde mental Marcia Tiburi
A psicologização do mundo e o abandono da existência
A cuspida que rompeu o silêncio Jean Wyllys
Na noite de 17 de abril de 2016, durante a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, eu cuspi na cara de Jair Bolsonaro. O gesto foi meu, mas não fui apenas eu quem cuspiu. Foi meu corpo
Com quantos apagamentos se faz a cultura brasileira contemporânea Dirce Waltrick do Amarante e Fedra Rodríguez
Conhecer os precursores é ter acesso ao “segredo” da nossa cultura, é entender como chegamos aqui e pensar em novas possibilidades para o futuro
Quem é o homem nascido há cem anos na Martinica? Deivison Faustino
Em estudos contemporâneos sobre racismo, antissemitismo, sexismo, transfobia, genocídio e lutas indígenas ou palestinas, Frantz Fanon é referência obrigatória
A obra de Frantz Fanon no mercado editorial brasileiro Carolina Azevedo e Victor Kutz
Movimentando correntes intelectuais diversas dentro e fora do país, pensamento fanoniano vive momento de efervescência
Ser e não ser a catástrofe: mais notas sobre a fragmentação Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky
A Palestina vive um processo de limpeza étnica. Como reconhecer a catástrofe e como reconhecer Gaza? Não seria essa a condição para sair da fragmentação e iniciar a narrativa? Isto é, dar corpo e também voz à resistência palestina?
Adolescente reborn Daniel Kupermann
o fim de todo e qualquer questionamento acerca do nosso estilo de vida
Meu brinquedo: nada machuca, nem cansa Marília Velano
mulheres adultas voltaram a brincar de boneca, homens adultos jogando vídeo game e crianças usando o celular
O carimbo como metáfora Jean Wyllys
Por que retomar a questão do carimbo? Ora, porque o carimbo nunca saiu de cena! Ele pode ter perdido cor e força de impressão nas décadas anteriores à ascensão dos novos populismos, mas nunca deixou de ser utilizado pelos dispositivos heteronormativos para marcar as pessoas sexo-diversas





