Resultados para: foucault
dossiê | Feminismos e a violência do conceito único de ser mulher Redação
Feminismo das mulheres negras, das mulheres indígenas, das mulheres trans. Experiências múltiplas de existência impõem lutas plurais, com seus acordos e dissensos, suas rotas comuns e suas encruzilhadas
O feminismo que “fala à margem”: da diferença à coalizão Marina Costin Fuser
O feminismo da diferença é um marco histórico nas cartografias feministas por se conectar com outros movimentos sociais, abrindo caminho para o que hoje entendemos como feminismo interseccional
A violência do essencialismo e do universalismo: o que define uma mulher? Lilyth Ester Grove
É a violência cotidiana que afeta nossos corpos que nos mobiliza ao transfeminismo
A verdade e as formas políticas Marcelo Raffin
O que fica implícito no jogo que Foucault instaura entre práticas sociais, domínios de saber e sujeitos produzidos é o tema da verdade ou, melhor, o de uma “política da verdade”
A gestão dos ilegalismos como fundamento dos sistemas punitivos Eduardo Neves Lima Filho
A construção da delinquência corresponde à criação de um meio delinquente no interior das massas populares, estigmatizando um núcleo de pessoas que seriam os titulares exclusivos dos comportamentos ilegais
Como nos tornamos uma sociedade punitiva? Alexandre Filordi de Carvalho e Carlos Eduardo Ribeiro
Foucault queria resolver o enigma de uma sociedade que se tornaria punitiva ao ter escolhido o encarceramento como modo, quase exclusivo, de punir: o criminoso é a resposta ao enigma; ele é a constante antropológica forjada
Estante Cult | Livros, esses diabos sábios e maliciosos Welington Andrade
Em “Como organizar uma biblioteca”, Roberto Calasso presta uma homenagem muito original ao mundo das letras e à cultura do livro, não de forma saudosista e anacrônica, mas à luz da civilização ávida pela mediação das telas de cristal líquido
A arte que nos habita e transmuta Isabel Cristina Lopes
Quando a arte adentra os cárceres, os hospícios, os internatos, é emparedada pela ausência de obra. O que pode a arte nesses territórios de segregação, de silenciamento e de dor? “DesObramento”
Franco e Franca Paulo Amarante
Ao inverterem o princípio do saber psiquiátrico, Franco e Franca Basaglia desenvolvem o dispositivo epistemológico, ético e político de pôr a doença entre parênteses – o que possibilitaria ocupar-se dos sujeitos concretos em suas experiências de sofrimento, limites, projetos, desejos, faltas e incompletudes
Medicalização e sociedade contemporânea Marcelo Kimati
A medicalização desloca a preocupação do processo para a pessoa, suas supostas inadequações ou fragilidades individuais





