De uma correspondência histórica para a poesia de Alberto Martins Aurora Fornoni Bernardini

Alberto Martins parte da correspondência real entre Boris Pasternak, Marina Tsvetáieva e Rainer Maria Rilke para construir seu novo livro de poemas

A invenção de Barandier Adriano Lobão Aragão

Com aspectos autobiográficos e exercícios metalinguísticos, Julia Barandier constrói uma ficção fragmentária e coesa

Da feira de antiguidades do Cairo para a ficção de Karoline Kamel Mapa | Felipe Franco Munhoz

Mapa: Autores e livros inéditos no Brasil | Karoline Kamel, Egito, [Manda uma resposta pra mim!]

Sebastião Nunes: “Cada um por si e a arte experimental por todos” Victor Kutz

Em entrevista à Cult, Sebastião Nunes comenta o papel das artes plásticas em sua formação poética, a expectativa de ser lido em um mundo no qual “a humanidade não tem futuro” e “a velhice do poeta marginal”

Mohammed El-Kurd: “Muito da literatura relacionada à Palestina no Ocidente é, infelizmente, vítima de autocensura” Nada Alturki e Felipe Franco Munhoz

Mohammed El-Kurd, jovem poeta palestino, conversa sobre a situação em Gaza e seus livros “Vítimas perfeitas e a política do apelo”, publicado recentemente no Brasil, e Rifqa, que chega às livrarias neste mês

Os melhores livros de 2025

Com uma proposta de mapear os livros de maior impacto em 2025, a Cult convidou 40 especialistas, leitores experientes e profissionais, para indicarem os cinco títulos de que mais gostaram, publicados no Brasil

As árvores longevas de Adélia Prado Ana Estaregui

“O jardim das oliveiras” foi a obra de poesia brasileira mais indicada entre “Os melhores livros de 2025” da Cult

Brasil: Nunca mais, 40 anos depois Victor Kutz

Entrevista com Camilo Vannuchi, autor de “Nunca Mais – Os Bastidores da Maior Denúncia Contra a Tortura já Feita no Brasil”

Fabiane Secches: “O livro vai fazendo suas próprias curvas” Victor Kutz

Errâncias e travessias de Fabiane Secches em “Ilhas suspensas”

A mais bela declaração de amor: Jorge e Zélia, amados Victor Kutz

O amor de Zélia e Jorge retorna a São Paulo este mês com a exposição Amados: Zélia & Jorge, que permanece até o dia 22 de fevereiro de 2026 na Caixa Cultural, com curadoria de Paloma Amado

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